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quinta-feira, 25 de junho de 2009

O Elo Perdido



Foi descoberto um crânio no Chade. África que pertence ao mais antigo hominídeo que deve revolucionar todo o conhecimento sobre nossa espécie.
O mais antigo que já se tinha conhecimento, eram 3 milhões de anos mais novo.
Sua descoberta mostra que nossos ancestrais não eram recentes como pensávamos, más sim, eram quase 3 milhões de anos mais velho do que pensávamos antes.
Ainda sim, não alcançamos a era dos dinossauros.
A descoberta mostra que a divergência evolutiva que separou a linhagem humana da dos chimpanzés aconteceu muito antes do que se supunha, e pode derrubar a crença de que haveria um único 'elo perdido' a separá-las.


Fontes:

Imagem:
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Pequenos Dinossauros



Nos três grandes períodos da era Mesozóica, houveram pequenos dinossauros.
Estes pequenos répteis, que poderiam ser carnívoros, insectívoros ou herbívoros. Alguns deles são os Compsognathus, o Dilofossauro, o Gallimimus ou até pequenos répteis aquáticos e alguns pterossauros.
Eles, como não eram muito grandes, podiam viver em vários ambientes, até em florestas fechadas onde nenhum Saurópode poderia sequer caminhar.
Eram ágeis, o que facilitava a caça e defesa. Exemplo: o Velociraptor era pequeno, comparando aos outros dinossauros, más também era muito ágil, facilitando seu trabalho caçando, por exemplo, manadas de grandes herbívoros (caçavam em bandos).
O segredo do sucesso dos menores dinossauros está sempre na agilidade que alguns possuem.
Geralmente, pequenos dinossauros têm patas adaptadas a correr, como o Gallimimus.

Lambeossauro



O Lambeossauro, ou ''lagarto de Lambe'', foi um dinossauro que viveu no final do período Cretáceo, há aproximadamente 83 e 71 milhões de anos, no Campaniano, na América do Norte.
Este herbívoro, que caminhava em quatro patas, más que podia erguer-se em suas 2 patas traseiras, é conhecido por sua crista na cabeça.
A espécie Lambeosaurus Laticaudus foi o maior dinossauro da família Ornithischia, medindo 15 metros de comprimento.
O Lambeossauro foi descrito em 1923 por William Parks, mais de vinte anos depois do estudo do primeiro material encontrado, estudado por Lawrence Lambe.

Este dinossauro era muito parecido com o seu parente próximo, chamado Coritossauro, que se encontra em rochas um pouco mais antigas. O Lambeossauro é uma espécie do tipo Lambeosaurinae, uma subfamília de Hadrossauros que possuíam uma crista oca.
Duas espécies de Lambeossauros estão atualmente validas.

A parte frontal da crista do Lambeossauro era robusta, apontando para frente, acima dos olhos.
A função de sua crista sempre intrigou os paleontólogos de todo mundo. Más um estudo sugere que sua crista servia para um motivo comum entre vários Hadrossauros: Comunicação entre outros membros de um grupo. Este mistério vem acompanhando estudiosos desde o século 20, quando foi encontrado.

Fontes:


Imagem:
-Ciência Hoje Online

The Grand Park Pack cancelado temporariamente



Atenção devido o usuário Renato Ferreira não fazer mais parte do Pack, o Pack foi temporariamente cancelado, sem data de lançamento. Por isso estão precisando de alguém que saiba usar o Hex Editor e passar os skins para o jogo.
Por Favor divulgue esta notícia!
Contato: lucassouzabarreto@hotmail.com e rick_henrik@hotmail.com
Ajude, por favor!


Atenção: O Interdino não faz parte do projeto!


Fonte: Dinosaurus

Imágem: Dinosaurus

Os Trilobitas



Os trilobitas (português brasileiro) ou as trilobites (português europeu) são artrópodes característicos do Paleozóico, conhecidos apenas do registo fóssil. O grupo, classificado na classe Trilobita da sub-classe Trilobitomorpha, é exclusivo de ambientes marinhos.

Os trilobitas possuíam um exoesqueleto de natureza quitinosa que, na zona dorsal, era impregnado de carbonato de cálcio, o que lhes permitiu deixar abundantes fósseis. Seu nome (trilobita) é devido a presença de três lobos que podem ser visualizados (na maior parte dos casos) em sua região dorsal (um central e dois laterais). Seu esqueleto era dividido, longitudinalmente, em três partes:

Cefalão, ou escudo cefálico, constituía a zona anterior da carapaça do animal, incluía os olhos e peças bucais, mas também boa parte do tubo digestivo do animal, e era inteiriço, não articulado;
Tórax, zona intermédia, articulada, constituída por um número variável (de dois a mais de 20) de segmentos idênticos, e
Pigídio, ou escudo caudal, a zona posterior da carapaça, que inclui, em algumas espécies, espinhos e ornamentação variada. O pigídio era, também, uma peça única.
Ao longo do crescimento, as trilobitas sofriam várias mudas, descartando sucessivos exosqueletos, tal como sucede com muitos artrópodes atuais. Desta forma, um único organismo pode ter dado origem a vários somatofósseis. Em média, os trilobitas atingiam entre 3 a 10 cm de comprimento, mas em alguns casos poderiam chegar a cerca de 80 cm de comprimento.

Os trilobitas eram, em sua maioria, animais marinhos bentônicos, que viviam junto do fundo em profundidades variáveis entre os 300 metros e zonas pouco profundas, perto da costa, contudo, havia também formas planctônicas. Sua alimentação poderia ser detritívora, filtradora ou carnívora (predadora ou carniceira). Os trilobitas existiram do Cambriano até ao Permiano. No Cambriano ocuparam o topo da cadeia alimentar. O seu sentido da visão era extremamente apurado e foram os primeiros animais a desenvolver olhos complexos. As pistas deixadas pelo deslocamento dos trilobitas sobre o fundo mole, são conhecidas como Cruziana, Rusophycus e Diplichnites, sendo que a primeira foi produzida quando o animal se deslocava mais lentamente, alimentando-se revolvendo o sedimento, a segunda foi gerada pelo repouso temporário deste sobre o fundo marinho e a última em deslocamento mais rápido, sem se arrastar no sedimento, sendo que alguns achados mostram-se juntamente com seus produtores e são muito importantes para a icnologia. Os trilobitas surgiram no início do Paleozóico, no Período Cambriano, e desapareceram no fim, no Período Permiano, na extinção permo-triásica. O grupo tem importância estratigráfica como fósseis de idade no Cambriano.

Fontes:
-Wikipédia

Imágem:
-Infoescola.com

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Por que construíram o Jurassic Park em uma ilha?



Levando em conta que o número de visitantes no Interdino está crescendo, vou passar a responder algumas dúvidas, que estarão com o marcador de ''Curiosidades''.

E com certeza é uma pergunta que vários querem saber a resposta.

Os dinossauros da ilha são acostumados com o clima Tropical, o que exige uma ilha que esteja localizada entre o trópico de câncer e o trópico de capricórnio (lógico).

Se o Jurassic Park tivesse dinossauros polares, como o Alossauro Polar, teriam que construir o parque em zonas mais frias, o que torna o trabalho muito complicado, porque não há muitas ilhas frias.

Tempestades eram comum na Era Mesozóica, e isso é outra característica que levou John Hammond à criar o parque em uma ilha tropical.

Havia plantas na Antartida, no Ártico e em todo lugar do mundo no passado. Não havia outra escolha, a não ser criar dinossauros saudáveis em um lugar favorável, ou deixá-los perdidos em um passado distante.


Fontes:
-Yahoo! Geocities/ ERA MESOZÓICA GERAL

Imágem:
Algosobre.com.br

domingo, 21 de junho de 2009

Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros



Apoiado na mais moderna tecnologia de engenharia genética, o visionário John Hammond (Richard Attenborough) constrói um inacreditável Parque Temático com dinossauros vivos, recriados a partir de amostras pré-históricas de DNA. Os cientistas e pesquisadores Ellie (Laura Dern), Alan (Sam Neil) e Ian (Jeff Goldblum) vão até o local para conferir um aval científico à incrível experiência, mas algo foge do controle, e os dinossauros de John Hammond se transformam numa ameaça de proporções inimagináveis.

Fontes:
-andrebordoni.multiply.com


Imágem:


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Eoráptor



O eoráptor (Eoraptor lunensis, que significa "bandolheiro do amanhecer") foi uma espécie de dinossauro carnívoro e bípede que viveu durante o período Triássico, sendo um dos mais antigos dinossauros conhecidos. Media em torno de 1 metro de comprimento e pesava cerca de 11 quilogramas. Em suma, foi um dinossauro pequeno e leve, conferindo bastante velocidade.

O eoráptor viveu na região que é hoje a América do Sul e seus fósseis foram descobertos na Argentina. A nomeação oficial do eoráptor ocorreu em 1993.
Seus dentes eram afiados e tinha longas garras, que eram utilizadas para caçar os pequenos animais.

Desculpe pela pequena postagem, más não encontrei muitas informações.
O Eoráptor foi descoberto em 1991, por Ricardo Martínez,membro da equipe de pesquisa paleontológica de uma campanha organizada pela Universidade de Chicago e do Museu de Ciências Naturais, em San Juan

Os cientistas lançaram uma série de opiniões e análise dos ossos deste dinossauro em 1993, fixando uma data que coloca 228 milhões de anos atrás.
Fontes:
Imágem:
zvrk.co.rs

Jurassic Park 4. 2009, 2010, 2011... Até quando vão as previsões?



Mais um filme da série Jurassic Park produzido por Steven Spielberg, Jurassic Park 4 é ainda um grande mistério do mundo do cinema.

Todo o mistério será ''extinto'', quando o verdadeiro filme, o verdadeiro trailer, os verdadeiros atores e os verdadeiros dinossauros chegarem na frente da câmera e mostrarem para o mundo a verdade por trás do grande filme.

Más não é o conteúdo do filme que realmente é misterioso. O mistério dos mistérios é a data de estréia.

Alguns dizem que seria em 2008, outros são mais breves e dizem que será ainda neste ano (2009), outros dizem que será em 2010 ou 2011, e ainda há quem diz que ou será em 2012 ou não será nunca mais.

Não se sabe quais dinossauros entrarão em cena na quarta edição de Jurassic Park 4. Pode ser (com certeza) entrará o Tiranossauro, o Giganotossauro e os clássicos Velociráptor e Braquiossauro.

Bom, muito provavelmente será na Ilha Sorna (site B).

O básico que você tem que saber é que Jurassic Park 4 é um filme no qual não se sabe nada a respeito. Não há sinopse oficial, lista de atores, dinossauros nem a data de criação. Na verdade, nem devia estar falando sobre isto. Jurassic Park 4 é como dizer: ''Teremos o filme Uma Noite no museu 3 ''. É algo que é impossível fazer uma previsão. Steven Spielberg está apenas ''respondendo à perguntas sem resposta''.
Fontes:
Imágem:
roddysrockinreviews.wordpress

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Alberta, o vale dos dinossauros!

É incontável o número de espécies que já foram encontradas no estado de Alberta, no Canadá.

Grandes, médios e pequenos dinossauros de várias dietas e locais diferentes. Onde quer que seja: No lago, na montanha no mar. Sempre houve dinossauros.

Inclusive o mediano carnívoro, o Albertossauro, que media 3,7 metros de altura e 9 metros de comprimento, foi descoberto em Alberta, e recebido o nome baseado no local.

De todos os tempos, tamanho, peso e dieta são os dinossauros de Alberta. É evidente que a vida floreceu muito neste estado, e isto é revelado quando dinossauros de várias espécies são retirados do subsolo, onde permaneceram por 65 milhões de anos.

Parece que se houve um ''vale dos dinossauros'', este devia ser em Alberta. Toda uma história de evolução é mostrada quando penetramos na terra, metros e metros de profundidade, onde se encontram restos de uma história, que seria revelada.

A extinção dos dinossauros transformou Alberta em um cemitério de répteis, pronto para ser escavado 65 milhões de anos depois.

Alberta é um estado muito bonito, e preservou isto por vários milhões de anos.

As árvores coníferas como são mostradas na foto abaixo, foram perfeitas para os dinossauros, e comprovam sua existência e influência sobre eles:




O Albertossauro foi um carnívoro do Cretáceo, parente do Tyrannosaurus Rex, que viveu próximo à ele.
Não era tão grande quanto o T-Rex más era perigoso para os herbívoros da área como o
Pachyrhinosaurus, um Ceratopsídeo.

Fontes:
-Yahoo! Geocities
-Wikipédia

Imagem de:
-JoelTeixeira.net

terça-feira, 16 de junho de 2009

Se não fosse a extinção...



Imagine se os dinossauros não tivessem sido extintos há 65 milhões de anos atrás. Não digo que os teriamos hoje aqui, conosco. Más a extinção deles foi importante para o desenvolvimento da vida que temos hoje na terra.

Também não digo que os dinossauros estavam destruindo o planeta, más a Terra não suportaria por tanto tempo estes gigantes. Saurópodes comiam toneladas de folhas por dia. Resultado: As árvores perdiam suas folhas e outros dinossauros (geralmente os mais fracos e pequenos), que ficavam para trás tinham que se contentar com pouco alimento. Enfim, era cada um por si.

Os carnívoros matavam vários dinossauros pequenos por dia, e eventualmente abatia um grande dinossauro. Alguns tinham armas, claro. Más alguns não tinham saída, e morriam.

Quando o planeta tem que dividir suas riquezas com seres tão grandes e perigosos, muito facilmente ele as perde, mesmo que isso possa demorar milhões de anos para acontecer.

A extinção é um ato de pura vontade da natureza ou da humanidade. A decisão da natureza é necessária e objetiva. A extinção provocada por nós, humanos, é violenta e desnecessária (as vezes, não há escolha).

A natureza é capaz de fazer atos extraordinários, que podem acabar com toda a vida na terra, ou recria-la do zero com um simples piscar de olhos.

Podemos gostar de dinossauros, más temos que entender a extinção como um ato divino e um ato que permite a criação e o desenvolvimento de uma espécie, como a espécie humana.

domingo, 14 de junho de 2009

Angaturama

''São poucos os dinossauros que comiam peixes, más sempre há um diferente. ''
Geral

Angaturama limai foi um Spinosauridae de porte médio que viveu no cretáceo inferior, a 110 milhões de anos na Chapada do Araripe, Ceará. Caracteriza-se pelo focinho longo, patas posteriores impressionantemente bem desenvolvidas - que são as características da família - e por ter as narinas bem a frente dos olhos e uma protumberância, crista, na frente da cabeça, assim como nas aves. Provavelmente se alimentava de peixes, como o Barionix. Seus fósseis escassos impossibilitam uma medição exata de seu tamanho e peso.



É notável que uma outra espécie, o Irritator, pode ser da mesma espécie do Angaturama. Nesse caso, o nome Irritator deverá prevalecer, por ter sido nomeado antes.

Descrição

Como um dinossauro da família dos espinossaurídeos, possuia as características comuns a esses dinossauros: Cabeça longa, muito parecida com a de um crocodilo e braços grandes e fortes - algo incomum entre os terópodes. Não se sabe se ele possuía ou não uma vela nas costas, como a de seu parente Espinossauro, já que apenas foram descobertos ossos do crânio do animal. Possuia uma crista na ponta do crânio, e suas narinas ficavam exatamente a frente dos olhos, como nas aves.



Suas dimensões são muito dificeis de ser medidas, pois não há muitos fósseis disponíveis atualmente. Comparando o tamanho dos ossos já encontrados com o de outros espinosaurídeos, pode-se chegar a uma estimativa, que fica entre os 5 e 6 metros de comprimento, os 500 a 700 kg de peso e 3,0 m de altura.

Dieta

Como os seus parentes, o Angaturama deveria ser piscívoro, no máximo alimentando-se de algum dinossaro pequeno ou de algum pterossauro. Assim como os outros espinossaurídeos, provavelmente não conseguiria derrubar uma grande presa, assim priorizando a dieta baseada em peixes.


Fontes:
-Wikipédia

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sábado, 13 de junho de 2009

Ilha Sorna



''Antes de irem para a ilha Nublar... Tinham que passar por algum lugar''
A Ilha Sorna, é o local conhecido como o "Sítio B" da série de livros e respectivamente filmes de Jurassic Park - Parque dos Dinossauros de Michael Crichton. As ilhas Sorna, Matanceros, Muerte, Tacaño e Pena formam o arquipélago conhecido como "As cinco mortes". Nessa ilha se passam os eventos ocorridos em The Lost World: Jurassic Park e Jurassic Park III.



Operação

Na ilha, os cientistas da InGen faziam os verdadeiros experimentos necessários para a clonagem dos dinossauros, como estudo comportamental, administração de remédios, fabricação de equipamento, gerenciamento de DNA e correcção na sequência genética. Nenhum dinossauro era clonado na Ilha Nublar (Sítio A) sem que sua sequência genética fosse exaustivamente consertada e seu desenvolvimento estudado na Ilha Sorna. O sítio B possui mais espécies do que o sítio A. Entre as espécies que a ilha Nublar não tem, estão o Espinossauro e o Pteranodon, sendo que os cientistas nem sequer informaram que estavam criando Espinossauros.




Porém, logo depois de um furacão, a ilha foi abandonada e os animais soltos, permitindo que vivessem em liberdade. No segundo filme da série, uma equipe vai até o local estudar os animais em seu ambiente natural. No final, a ilha é considerada área restrita, para que "a vida pudesse seguir seu curso".

Fontes:
-Wikipédia


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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Asteróide pode ter causado extinção do Permiano

Teoria

''Antes dos dinossauros, mais seres foram extintos, dando-os o lugar na terra''

A mais severa extinção em massa que já ocorreu na Terra foi provavelmente provocada pelo choque de um cometa ou asteróide, segundo apontam indícios recém-descobertos por pesquisadores coordenados por Luann Becker, da Universidade de Washington em Seattle (Estados Unidos). A extinção que marcou o fim do período Permiano, há 250 milhões de anos, dizimou 90% das espécies marinhas e 70% dos vertebrados terrestres que habitavam o planeta à época. O surgimento dos dinossauros na Terra só ocorreu após esse evento.



Fato

Os cientistas encontraram em rochas sedimentares que datam da transição entre os períodos Permiano e Triássico moléculas de origem extraterrestre, que provavelmente foram trazidas por um cometa ou asteróide. O material analisado foi coletado no Japão, China e Hungria. Não se sabe em que ponto da Terra teria ocorrido o choque; há 250 milhões de anos, havia apenas um supercontinente no planeta, conhecido como Pangea.

Os indícios do choque com um cometa ou asteróide são fulerenos - moléculas complexas que contêm pelo menos 60 átomos de carbono - no interior dos quais foram encontrados átomos de hélio e argônio. Esses átomos apresentavam uma proporção de isótopos inesperada para rochas terrestres daquela época. Enquanto na Terra o hélio-4 é o mais abundante, foram identificados níveis anormais de hélio-3, mais comum no espaço. Segundo Luann Becker, temperaturas e pressões extremas encontradas no espaço podem explicar que esses átomos tenham sido 'aprisionados' dentro dos fulerenos.

O Asteróide

Os pesquisadores estimam que o cometa ou asteróide que se chocou com a Terra há 250 milhões de anos era do tamanho do asteróide ao qual é atribuída a extinção dos dinossauros, 65 milhões de anos atrás; ele teria entre 6 e 12 quilômetros de comprimento. Segundo os cientistas, o choque não foi o responsável direto pela extinção em massa. Ele teria desencadeado eventos como aumento da atividade vulcânica e mudanças nas taxas de oxigênio dos oceanos, no nível do mar e no clima que, por sua vez, levaram à extinção das espécies.
Sabia-se já que uma extinção em massa devia ter ocorrido ao fim do Permiano, pois fósseis de animais anteriores a esse período tornam-se escassos e desaparecem após a marca de 250 milhões de anos atrás. Os achados da equipe de Becker reforçam indícios anteriores de que essa extinção ocorreu em um curto período de tempo - em um intervalo de 8 a 100 mil anos.

Não é fácil encontrar rochas remanescentes do fim do Permiano, pois a maioria delas foi reciclada desde então em processos tectônicos da Terra. A equipe de Becker levou dois anos até identificar os fulerenos. O relato da descoberta foi apresentado na revista Science de 23 de fevereiro.



Fonte:
-Ciência Hoje


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Ilha Nublar

''É uma ilha, conhecida como o ''sítio A''. Se localiza à 190 km de Costa Rica, e abriga um grande parque, o Jurassic Park. ''

Isto é a descrição da ilha, de acordo com o filme. Más na verdade esta ilha é imaginária. No começo do filme, é mostrado a ilha La Palma, nas ilhas Canárias.
A Ilha Nublar não é considerado uma ilha verdadeira; na realidade é um monte submarino; cuja rocha é de original vulcânica, de forma semelhante à ilha do Havaí. O calor produzido no antigo vulcão fornece energia geotérmica para a eletricidade do parque, por causa disto a ilha é quente em algumas áreas. A ilha é coberta por névoa, devido ao calor e às correntes marítimas.








O clima é tropical, com selvas densas e dois rios que correm através das costas leste e norte da ilha. A ilha é descrita nos livros como tendo forma irregular.

Jurassic Park

A Ilha Nublar foi "alugada" do governo costariquenho pela empresa de biotecnologia InGen, cujo presidente é o bilionário John Hammond. Lá foi construído o Jurassic Park - Parque dos Dinossauros, um zoológico e parque de diversões cujas atrações são dinossauros trazidos de volta à vida pela genética, exibidos em cercas eléctricas. Hammond "não poupou despesas para realizar seu sonho de clonar dinossauros". No livro é explicado que o nome Jurassic Park foi dado, não porque as espécies do parque pertencem ao perído Jurássico, já que são demonstradas espécies principalmente do cretáceo, tal qual o T-Rex e o Velociraptor, mais sim porque segundo Hammond, este nome "cai melhor", ainda segundo Hammond, os preços para visitar o parque seriam acessíveis à todas as pessoas "e não somente para os super-ricos", como mencionou um de seus advogados Donald Gennaro. Até aquele momento, a única atração pronta do parque era uma excursão de carros pela ilha.





Dennis Nedri, um génio responsável pelos sistemas de computadores e pelo funcionamento dos equipamentos do parque, acaba sendo pago por uma empresa rival da InGen para roubar embriões de dinossauros, para não ser filmado ele desliga a energia e outros sistemas, provocando uma crise que liberta os dinossauros e provoca o terror e a morte de visitantes e funcionários, incluindo o próprio Nedri.

De Acordo com Hammond

A Ilha Nublar trata-se, conforme uma definição de Hammond, de uma vitrine para mostrar os dinossauros, sendo que os verdadeiros experimentos para a clonagem dos dinossauros eram feitos nas instalações da Ilha Sorna, o "Sítio B", nenhum dinossauro era clonado na Ilha Nublar sem que sua sequência genética fosse exaustivamente consertada e seu desenvolvimento estudado na Ilha Sorna.

Centro de Visitantes


O Centro dos visitantes do Jurassic Park, visto da parte externa têm as paredes de pedra com fósseis gravados nela, dutos da água moldam ambos os lados do centro e tem um telhado em estilo de palha. O centro também possuí um ponto de pouso para o helicóptero que traz os visitantes, com uma bela cachoeira atrás dele. Dentro do centro, seu salão principal possui os esqueletos de um saurópode que está sendo atacado por um tiranossauro. Outras partes do centro incluem um café com pinturas murais de dinossauros, uma loja de presente neste mesmo café, um laboratório científico (presumivelmente apenas para finalidades de amostra), o centro de controle principal do parque, o armazenamento embrionário, e um cinema. Há também uma sala de conferências com uma tabela e diversos dispositivos de projecção para o uso nas apresentações a respeito do parque. Parece que o centro do visitante de Jurassic Park nunca esteve terminado inteiramente, como pode ser visto pelo fato de haver trabalhadores de construção e pelo menos um andaime no filme.

Fontes:
-Wikipédia




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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Os Maiores Dinossauros

Conheça os Maiores dinossauros que já estiveram na terra

Argentinossauro:




Braquiossauro:




Ultrassauro:



Seismossauro:



Sauroposeidon:



Atenção: Eles não estão na órdem de tamanho. O Seismossauro é o maior e o Sauroposeidon são os maiores dinossauros que já estiveram na terra.

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Jurassic Park Imagens

Chegada à ilha Nublar:
O Braquiossauro. Segundo dinossauro que aparece no filme:


O nascimento do Velociráptor:



O Tricerátops doente:

O Tiranossauro se solta por falta de energia na cerca elétrica:


Maiassauro





O Maiassauro ou Maiassaura, que significa ''lagarto boa mãe'', foi um dinossauro herbívoro semi-bípede que viveu no fim do período Cretáceo. Media cerca de 9 metros de comprimento e 4,6 metros de altura. Pesava em torno de 4 toneladas.
Este grande herbívoro viveu na América do Norte, descoberto em Montana, Estados Unidos. Pelo menos 200 fósseis completos de Maiassauros já foram encontrados. Impressionante mesmo, foi a descoberta de ninhos contendo dezenas de ovos muito bem conservados.
O número de espécimes encontradas é o suficiente para afirmar que esse dinossauro vivia em grandes bandos e cuidava muito bem de seus filhotes, já que nasciam tão pequenos e frágeis, que seriam fáceis presas para predadores.
O Maiassauro foi descoberto em 1979, pelo paleontólogo Jack Horner (conselheiro de paleontologia dos filmes Jurassic Park) e Robert Makela no estado de Montana.
O Maiassauro agia como os pássaros, pois todos os anos iam para a mesma região para botar seus ovos e cuidar como uma verdadeira mãe dedicada da cria. Ela cavava um buraco não muito profundo na terra, forrava-o com plantas e depositava seus ovos.
Os cientistas encontraram pequenos ossos, provavelmente de filhotes que tinham permanecido no ninho à espera de alimento. Acredita-se que a mãe poderia ter morrido ao procurar alimento e os filhotes acabarem morrendo de fome.Descobriu-se que um filhote de Maiassaura teria em torno de 46 centímetos de comprimento, o mesmo que um um gato doméstico.

Fontes:

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Oviraptor



O primeiro espécime do oviraptor foi descoberto pela expedição do Museu Americano de História Natural à Ásia, em 1923. Ele foi localizado no deserto de Gobi, Mongólia. Trata-se do mesmo local em que o protocerátopo foi encontrado. O espécime consistia em um crânio quase completo acompanhado por partes das mãos e vértebras do pescoço (ossos da espinha). Ele foi encontrado ao lado de um ninho de ovos que pode ter pertencido a um protocerátopo. Henry Fairfield Osborn acreditava que o animal pudesse ter sido morto enquanto tentava comer os ossos do ninho, por um pai protocerátopo zangado.

Essa possível dieta de ovos levou Osborn a dar ao genus ou à espécie o nome Oviraptor philoceratos, que significa "ladrão de ovos, apreciador de ceratópsios". Inicialmente, acreditava-se que o oviraptor fosse membro da família dos ornitomímicos, mas seus dedos não tinham o mesmo comprimento e terminavam em garras fortemente recurvas. Os ornitomímicos tinham dedos quase do mesmo comprimento e garras retas.

O crânio do oviraptor era curto, com aberturas largas para os olhos, uma crista sobre o focinho e uma mandíbula inferior profunda, com uma grande fenestra (abertura) central. Como os ornitomímicos, tanto a mandíbula inferior quanto a superior tinham forma de bico e não apresentavam dentes. A crista era repleta de cavidades, nas quais circulava ar. As mandíbulas incomuns demonstram que o animal tinha dieta especializada. Ao contrário da maioria dos terópodes, exceto os ornitomímicos, o oviraptor e outros membros da família Caenagnathidae eram provavelmente herbívoros.

Espécimes descobertos recentemente demonstram que, com exceção do crânio, o oviraptor se assemelhava aos demais terópodes. Um adulto tinha cerca de 90 centímetros de altura nos ombros e cerca de 1,80 metro de comprimento, do nariz à cauda. As longas patas traseiras indicam que deve ter sido um bom corredor. Sem dentes, correr pode ter sido sua única defesa contra outros terópodes.

Depois que o espécime original foi encontrado, diversos outros crânios e esqueletos foram localizados. Esses novos espécimes demonstram que o tamanho da crista variava de animal para animal (as cristas variavam de quase inexistentes a imensas). As diferenças provavelmente se devem às idades dos espécimes. A hipótese é sustentada pelo fato de os espécimes com crista pequena apresentarem aberturas oculares relativamente grandes, enquanto os de crista grande apresentavam aberturas oculares relativamente pequenas. Em muitos animais modernos, as dimensões das aberturas oculares se reduzem, em relação às dimensões da cabeça, à medida que os animais envelhecem, e o mesmo pode ter se aplicado aos dinossauros.

O oviraptor era parente próximo do Caegnathus, de Alberta. Outros parentes do oviraptor eram o chirostenotes e o elmissauro.
Fontes:

domingo, 7 de junho de 2009

Parassaurolofo



O Parassaurolofo foi um dinossauro herbívoro quadrúpede que viveu no fim do período Cretáceo, e media cerca de 10 metros de comprimento, 4,5 metros de altura e 3,5 toneladas.
O Parassaurolofo viveu na América do Norte. Sua característica mais marcante desse dinossauro é sua crista comprida voltada para a parte de trás da cabeça, partindo do nariz.
Segundo alguns especialistas, esta crista era usada para emitir sons, alertando o bando sobre algum predador ou perigos. Ela podia medir até 1,8 metro de altura, recebendo assim, o apelido de ''dinossauro trombeta''.
Ele se alimentava de plantas rasteiras ou das folhas das árvores.
Sua cauda era útil para mover-se na água, como uma nadadeira.
O Parassaurolofo foi descoberto em 1922 por William Parks, em Alberta.

Fontes:
-Wikipédia
-HowStuffWorks
-ColégioWeb

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O Dia do Paleontólogo



Não sei se alguém sabe (ou se importa), que o dia 15 de Junho é o dia do paleontólogo.
Essas pessoas são as pessoas que nos revelam o que aconteceu há milhões de anos atrás, e que nos dão uma idéia do que aconteceu há muito tempo.
Passam horas escavando fósseis, com uma missão: Mostrar-nos de verdade, o que exatamente aconteceu. A verdade que os paleontólogos nos dão é maior que a situação mostrada em filmes.
Se não fossem por eles, não sei onde a ciência estaria agora, más não teria condições de mostrar-nos a verdade.
Agora, depois de ler este texto, onde você estará no dia 15 de Junho?

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Camarassauro



O Camarssauro, que significa ''lagarto câmara'', foi um dinossauro herbívoro saurópode, que viveu no final do período Jurássico, há aproximadamente 144 e 155 milhões de anos atrás, na América do Norte.
Não foi um saurópode tão grande, se comparado ao Braquiossauro ou o Argentinossauro, medindo 18 metros de comprimento, 10 metros de altura e pesando até 18 toneladas.
Era um dinossauro relativamente pequeno, podendo ser abatido por grandes carnívoros da época, como o Alossauro. Os ossos deste herbívoro eram muito mais grossos que os ossos do Diplodocus. Seu crânio era notavelmente quadrado, más era um dinossauro bastante robusto, encontrado em boas condições por paleontólogos.
Viviam em bosques de árvores coníferas, as quais eles se alimentavam.
O Camarssauro possuía 5 dedos em cada pata.
Os primeiros fósseis de Camarssauro foram encontrados no Colorado, nos Estaados Unidos, por Oramel Lucas, e nomeado por Edward Drinker Cope em 1877. Em 1925, Charles Gilmore encontrou o primeiro esqueleto completo de um Camarassauro.

Espécies válidas:
--> C. Alenquerensis, descoberta por Cope, em 1877
--> C. Grandis, descoberta por Marsh em 1877
--> C. Lewisi, descoberta por Jensen, em 1988
--> C. Lentus, descoberta por Marsh, em 1889

O Camarassauro é famoso por sua aparição no jogo Jurassic Park: Operation Gênesis
Fonte:
-Wikipédia

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Homalocephale



O Homalocephale, que significa ''cabeça chata'', foi um dinossauro herbívoro, que viveu no período Cretáceo, há aproximadamente 80 milhões de anos, no Campaniano, na Ásia. O Homalocephale mediu aproximadamente 3 metros de comprimento e 1,2 metro de altura.
Este pequeno herbívoro foi descrito por Maryanska & Osmolska em 1974. Seus restos provém da formação Nemengt, Omngov, Mongólia.
O Homalocephale era um dinossauro bípede, que vivia em manadas. Seu crânio era grosso e chato, como em outros dinossauros da subordem dos Pachycephalosauria
Além disso, a estrutura de suas patas indicavam que eram rápidos.
A espécie tipo H. Calathocercos, foi descrita a partir de um crânio incompleto, pois o espécime tem grandes aberturas no teto do crânio, janelas infratemporais baixas e grandes, redonda.
Os Velociraptores podem ter sido os principais predadores do Homalocephale, pois também viviam na Ásia.

Fontes:
-Wikipédia
-Dinosaurus

terça-feira, 2 de junho de 2009

Jurassic Park III



Apesar de ter ficado abalado com seu último encontro com dinossauros vivos, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) continua dedicando sua vida a estudá-los e desenvolve uma teoria sobre o desenvolvimento da inteligência dos Velociráptors. Desesperado em busca de fundos para dar prosseguimento à sua pesquisa, ele aceita a oferta de Paul (William H. Macy) e Amanda Kirby (Téa Leoni), dois milionários que desejam fazer uma excursão aérea na Ilha Sorna e que querem contratá-lo para acompanhá-los. Porém, durante a viagem o Dr. Alan Grant descobre a verdadeira intenção dos Kirby, que é descer até a Ilha Sorna para procurar seu filho, que desapareceu no local em uma expedição ocorrida 8 semanas antes. Apesar da oposição de Grant, eles pousam na ilha e acabam sendo atacados por uma nova espécie de dinossauro, maior e mais feroz que o Tiranossauro.

Fontes:

-Wikipédia

A Era do Gelo 3



Scrat, Sid, Diego, Manny e Ellie estão de volta ao lado de novos amigos no filme "A Era do Gelo 3". Dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, o longa poderá ser conferido tanto em 3D como na versão tradicional. Com estreia mundial marcada para 1º de julho, a terceira parte da franquia também contará com as vozes no Brasil de Diego Vilela, Tadeu Mello, Márcio Garcia e Claudia Jimenez.

Em "A Era do Gelo 3", Scrat continua tentando agarrar a noz fujona e nesse processo talvez encontre o verdadeiro amor. Manny e Ellie esperam o nascimento de seu mini-mamute, a preguiça Sid forma sua própria família adotiva sequestrando alguns ovos de dinossauro e Diego, o tigre dentes-de-sabre, se pergunta se não está ficando "mole" demais devido à convivência com seus amigos.

Em uma missão para resgatar o azarado Sid, a turma se aventura em uma nova era, onde a fauna e a flora são diferentes. Neste local, dão de cara com dinossauros, lutam contra plantas carnívoras de fúria assassina e conhecem uma incansável doninha de um olho só chamada Buck.

A questão é: O filme é impossível, pelo fato de mamutes e dinossauros não terem convivido. Dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos atrás, e os mamutes surgiram logo depois, com os primatas. É claro que isso dará ao filme um toque de… Emoção, más deveriam retratar uma situação diferente (não tenho a mínima idéia desta nova situação), onde seja mais lógico. Também não critico o filme, não! Pelo contrário, suponho que todos amem este filme.

Fontes:

-Diário do Grande ABC

Paquicefalossauro



O Paquicefalossauro, que significa ''lagarto cabeça grossa'', foi um dinossauro herbívoro, bípede, que viveu no período Cretáceo, na América do Norte. Media 3 metros de altura e 4,5 de comprimento.
O Paquicefalossauro possuía um capacete ósseo na cabeça, usado em disputas entre machos da mesma espécie.
O paquicefalossauro foi descoberto em torno de 1940 e nomeado por Barnum Brown e Erich M. em 1943.
Este dinossauro foi, provavelmente, um onívoro bípede. O parte mais bizarra do paquicefalossauro, é a parte mais famosa, seu domo craniano de 25 centímetros de espessura, cercado por protuberâncias ósseas, más ningguém ainda sabe ao certo a função deste ''enorme'' crânio.
Achava-se que isso era uma arma usada para brigas entre machos, na disputa pelo acasalamento com a fêmea. Más uma nova geração de paleontólogos vem estudando estes dinossauros e criando teorias sobre o uso da mais famosa característica de seu corpo. Segundo eles, o domo não poderia ser usado para dar cabeçadas uns nos outros, pois a superfícia do contado (a parte mais alta) é muito pequena e, se por algum acaso a cabeça de alguns destes animais atingisse o outro, o dano poderia ser devastador (e não seria nada bom ficar ferido quando há carnívoros esfomeados a espreita). O crânio seria uma forma de cortejo e, se dos dois machos fossem disputar uma fêmea, eles usariam a cauda para chicotear o adversário.
Deve-se ressaltar que sabe-se muito pouco sobre estes dinossauros.
O Paquicefalossauro possui uma certa fama, devido ao fato de dar cabeçadas (essa é boa). As aparições destes dinossauros resume-se em dar cabeçadas em outros dinossauros, ou humanos. Entre suas participações está a longa metragem ''Em Busca do vale Encantado'', o filme Jurassic Park 2 - O Mundo Perdido, e a aparição em jogos, como o ''clássico'' Jurassic Park : Operation Gênesis e Jurassic Park Warpath, más no Warpath ele está do tamanho do Tiranossauro.
Fontes:
-Wikipédia

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Humanos e Dinossauros, relação perigosa.




Um mundo com duas espécies dominantes com certeza não sobrevive. Os dinossauros dominavam a terra, más sem os humanos. Logo, os dinossauros foram extintos e o homem começou a reinar.
Isso foi uma história que durou milhões de anos, e contou com a extinção e a evolução de milhares de espécies.
Más imagine duas espécies dominantes em um mesmo mundo, compartilhando a mesma comida, a mesma água, o mesmo ambiente. Nós ou os dinossauros seriamos extintos nos primeiros milhões de anos, pois as condições seriam horríveis pela falta de água e comida. Certamente onde há dinossauros, não pode haver humanos, pois isso poderia representar uma catástrofe.
Isso, sem falar das mortes que haveriam com Tiranossauros esfomeados e ''acidentes'' com Braquiossauros na estrada.
Más isso pode se tornar realidade com ajuda da genética e da tecnologia. Até aí tudo bem, más precisariamos criar um lugar seguro para que estes vivam, senão causaremos um grande desequilibrio no meio ambiente.
Terríveis dinossauros teriam que ficar em lugares totalmente seguros, para que não matem nem comam ninguém.
Herbívoros... Dependendo, podiam até serem domesticados, não? Grandes herbívoros não poderiam ficar livres pois causariam estragos. Por isso, pode ser bom criar grandes parques para conter grandes herbívoros, como Braquiossauros e os Tricerátops.
Teriamos que criar ambientes perfeitos para eles, com água, comida, árvores e montanhas.
Não teriamos que ficar de braços cruzados, caso acontecesse algo, pois são nossos
''animais domésticos''.
Quem sabe, depois de um longo tempo de experiências e expetativa, possamos criar um verdadeiro Jurassic Park.

Leia também: Lagartos Terríveis?