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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

E se você encontrasse um fóssil?



Imagine se você estivesse andando por um lugar e você acaba encontrando um fóssil de dinossauro. Você saberá o que fazer? Não? Então, veja o que fazer caso encontre um fóssil:
-Um fóssil é algo relativamente raro de ser encontrado. Tente mantê-lo "escondido" de mãos desconhecidas e protegê-lo bem para que o fóssil não quebre. Por ser muito frágil, o melhor a fazer é guardá-lo em um lugar que seja dificilmente danificado.
-Estude-o. Anote as principais características do fóssil encontrado por você. Por exemplo, caso tenha encontrado uma cabeça de dinossauro, meça o tamanho do dente, comprimento do fóssil ou, se quiser, descubra se tem ou não chifres.
-Leve-o ao museu mais próximo, e sempre lembre-se: Não dê o fóssil para pessoas não confiáveis, portanto, esconda-o em uma mochila, por exemplo. Chegando ao museu, tente encontrar um funcionário especializado na área de pré-história ou paleontologia. Ele poderá te dizer o que fazer com ele...
Há outros procedimentos, mas algumas regras são as mesmas. Saiba que fósseis são frágeis e que podem se quebrar, por terem ficado tanto tempo debaixo da terra. Você pode estar pisando neste momento encima de um fóssil (óbvio que não é louco para abrir o chão de sua casa). Se quiser achar fósseis, vá para lugares em que o encontro com eles seja "iminente".

Imagem Retirada de:

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Manadas de Dinossauros

Você já deve ter ouvido dizer das manadas de elefantes africanos de hoje-em-dia. No passado também existiam manadas de dinossauros de várias espécies como de Saurópodes, dinossauros pequenos, como o Gallimimus, de alguns carnívoros, como raptores, entre outras espécies que caçavam ou viviam em conjunto. Mas há uma diferença: Eram mais pesados, maiores e mais fortes que um elefante, alguns dinossauros que andavam em manadas. Você sabe que uma família de Sauropodes iria passar só de sentir a terra tremer. Imagine 10 ou mais Saurópodes caminhando em conjunto... Seria um perigo entrar no caminho deles.


Você já deve ter visto o filme "Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros". No meio do filme, quando Alan Grant caminha com as crianças até o Centro de Visitantes, eles param e vêm uma manada de Gallimimus correndo de um feroz Tiranossauro. Um deles é comido. Manadas desse tipo eram comuns em situações de caça. Animais pequenos eram velozes e escapavam fácil de um predador mais lento.
Imagens:
interarteonline.com
fimcreta.blogspot.com

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ardi: Um parente distante.



Na Etiópia, África, 1992, foi encontrado um Ardipithecus Ramidus. Em 1º de Outubro foi confirmada sua autencidade histórica pela revista Nature, com 11 artigos.
Por quase uma década, o fóssil foi analisado por um grupo do Centro de Evolução Humana da Universidade da Califórnia. O fóssil data-se de aproximadamente 4,4 milhões de anos, que supera a fêmea Australopithecus, Lucy.
Descoberto em 1992, o esqueleto demorou 3 anos para ser escavado pela equipe do Projeto Médio Awash, em Aramis, na Fenda de Afar, Etiópia.
Media 1,2 metros de altura e pesava 55 quilos, menor que um ser humano atual.
O fóssil poderá um ramo mais próximo do ancestral comúm entre seres humanos e chimpanzés que separaram há 7 milhões de anos. O fato de Ardi aparentemente se deslocar de pé aproxima Ardi com os seres humanos.

Fontes:

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domingo, 18 de outubro de 2009

Megalodonte


O Megalodonte, que significa "dente enorme", era um dos maiores tubarões que já existiram, e viveu há aproximadamente 20 milhões de anos atrás, durante o Mioceno. Chegava a medir 20 metros de comprimento e a pesar 4 toneladas, e provavelmente se alimentava de baleias e outros tubarões menores que ele. Era 3 vezes maior que o atual tubarão branco, e possuía dentes que chegavam a medir 16 centímetros de comprimento, que eram trocados a vida inteira.
Todas essas características tornam o Megalodonte o maior e mais temido peixe que já existiu.

Fontes:

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Pegadas Reveladoras



As pegadas são um dos meios mais usados pelos paleontólogos para estudar dinossauros e outros animais pré-históricos. Quando um animal anda na areia, por exemplo, suas pegadas deixam pistas por onde ele andou. As pegadas ajudam os cientistas a estabelecer o tamanho do animal pelo tamanho da pegada, e até sua velocidade: Quanto maior o espaço entre duas pegadas, mais rápido é o animal. Com o tempo, as pegadas deixadas pelos dinossauros se fossilizaram e hoje nos contam como os dinossauros viviam na Terra. Geralmente, as pegadas "mais recentes"(mas que tiveram bastante tempo para se fossilizarem) estão mais bem preservadas. Mas com a ação do vento, da água e de outros fatores, as pegadas podem desaparecer, como quando você faz uma pegada na praia, mas o mar faz com que ela desapareça; mas se você fizer uma na terra, por exemplo, ela pode sobreviver por muito tempo.
Recentemente franceses descobriram pegadas gigantes com até 1,5 metro de diâmetro na cordilheira Jura, que há 150 milhões de anos era lar de Saurópodes. Como se sabe, os Saurópodes são os maiores dinossauros, e por isso, o tamanho das pegadas não é novidade.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Irritator



O Irritator foi um dinossauro Terópode, que viveu no Cretáceo, há aproximadamente 110 milhões de anos atrás, na América do Sul. É encontrado na Formação Santana, no Brasil, pelo qual se descobriu apenas a parte superior.
As estimativas mais recentes sobre o tamanho do Irritator dizem que ele pode ter medido 8 metros de comprimento e 3 metros de altura, incluindo um crânio de 80 cm.
Pelo formato e características de seus dentes, eram provavelmente piscívoros, como outros Espinossauros, sendo muito parecidas com as mandíbulas dos crocodilos. Esse é o mesmo tipo de alimentação do Angaturama, que se parece com o Irritator.
O material do I. Challengeri é do membro Romualdo da Formação Santana, no Brasil. O fóssil localizado no museu de história natural de Stuttgart consiste em um crânio sem a porção inferior.
O lugar exato da descoberta do fóssil é desconhecido, pois este foi pego pelos traficantes de fósseis. Mas uma entrevista aos distribuidores de fósseis locais deu pistas do local do provável local do descobrimento: A aldeia de Buxexé, perto de Santana do Cariri.

Fontes:

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sábado, 10 de outubro de 2009

Como ser um Paleontólogo?

Paleontólogos estudando fósseis encontrados.

Muitos apaixonados por dinossauro e a vida pré-histórica, querem ajudar os especialistas a descobrir novos dinossauros e saber mais como esses gigantes (e pequenos) viveram. Basta um esforço para conseguir uma vaga nesse incrível mundo, entender de biologia e saber onde trabalhar. No Brasil, existem formações paleontológicas onde você pode trabalhar, como a Chapada do Araripe, no Ceará, uma formação sedimentar, onde foram encontrados muitos dos dinossauros do Brasil, datada do período Cretáceo.
Mas antes de ir procurar fósseis... Sabe, nada é muito simples. Você precisa fazer cursos de biologia, estudar isso e, simplesmente, entrar nesse mundo. Talvez, você que está lendo este blog se interessa por dinossauros, paleontologia... Um bom começo para quem quer se aprofundar na matéria. Você também deverá estudar geologia. Isso faz parte do estudo dos fósseis, saberás também onde procurá-los.
O salário, de acordo com o "educacional.com.br", é em torno de R$3.500,00. Razoável.
O mais difícil de ser paleontólogo é ter que lidar com seres que viveram há milhões de anos atrás, o que faz da paleontologia um trabalho difícil e que requer muita paciência.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ultrassauro



O Ultrassauro, que significa ultra lagarto, foi um Saurópode que viveu no período Cretáceo inferior, aproximadamente 110 e 100 milhões de anos atrás, no Albiano, onde hoje é a Coréia do Sul.
Foi descoberto na formação Dogyedong, Coréia do Sul, e descrito por Haang Mook Kim, em 1983. Este utilizou o nome "Ultrasaurus tabriensis", para a espécie. Logo se viu que o Saurópode não era tão grande como se via no princípio.
O nome "Ultrassauro" já tinha sido usado por Jim Jensen para um dinossauro do jurássico superior, em uma publicação não oficial. Kim publicou o U. tabriensis antes que Jensen ao dinossauro descoberto.

Fontes:

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Enigmossauro

A imagem acima mostra um Segnossauro, que se parece muito com o Enigmossauro, com tamanhos semelhantes, bípedes e com outras características que assemelham os dois dinossauros.

O Enigmossauro, que significa "Lagarto Enigma", foi um Terópode que viveu no período Cretáceo, há aproximadamente 95 milhões de anos, no Cenomaniano, onde hoje é o continente asiático. Seus restos foram descobertos em 1980 na Mongólia, sendo descrito e desenhado como um parente próximo ao Segnossauro, nomeado em 1983.
A espécie do tipo Enigmosaurus mongoliensis se conhece por ter uma só pelve incompleta que é 95% do tamanho do Segnossauro, o que leva a acreditar que o Enigmossauro media cerca de 7 metros de comprimento, e 5 metros de altura.
Apesar deste dinossauro não ser muito raro, poucos fósseis foram encontrados.

Fontes:

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Coelurus



O Coelurus foi uma espécie de dinossauro que viveu no final do período Jurássico, há aproximadamente 152 e 145 milhões de anos, na América do Norte, no Kimeridgiano e no Titoniano. O nome Coelurus, do grego, significa cauda oca (koilos=oco + oura=cauda).
A história do Coelurus, como muitas outras, foi complicada. Tanto, que atualmente apenas uma espécie de Coelurus é considerada válida: O "C. Fragilis", descrita por Othniel Charles Marsh em 1879. Se conhece apenas um esqueleto parcial encontrado na Formação Morrison, de Wyoming, Estados Unidos. Era um pequeno carnívoro bípede, com as patas traseiras largas.
Seu rabo é comprido, e a cabeça pequena. Pesava entre 13 e 20 quilogramas. Sua altura era de 70 centímetros e o comprimento de 2,4 metros.
Em 1879, Othniel Charles Marsh, naturalista e paleontólogo, descobriu o primeiro esqueleto de Coelurus.
O Coelurus viveu em um ambiente semiárido, com períodos de seca e de chuva. Vivia rodeado de coníferas e outras plantas.

Fontes:
Wikipédia em Espanhol

Imagem:
iped.com.br