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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Hylaeossauro



O Hylaeossauro foi um dinossauro da família dos Anquilossauros, que viveu no Cretáceo Inferior, há aproximadamente 140 e 135 milhões de anos, no Valanginiano e no Berriasiano, onde hoje é a Europa.
Um dos espécimes encontrados, recuperados por Gideon Mantell, em 1832, no sul da Inglaterra, encontra-se hoje exposto no Museu de História Natural de Londres.
Gideon Mantell estimava que o Hylaeossauro poderia medir 7,5 metros, metade do tamanho do Iguanodonte e do Megalossauro. Hoje, estima-se que o Hylaeossauro media entre 3 e 6 metros de comprimento e 1,8 metro de altura.

Este herbívoro, e possuía cabeça pequena, pernas curtas e patas com 4 dedos.
Os primeiros restos do Hylaeossauro foram encontrados por Gideon Mantell, como o Hylaeosaurus Armatus, na Inglaterra, em 1832. Mantell encontrou apenas a parte dianteira do dinossauro.

Os primeiros fósseis de Hylaeossauro foram descobertos em Sussex. Os restos adicionais têm sido descobertos na Ilha de Wight (parte da Grã-Bretanha), e em Ardenas, França, apesar que os restos da França possam pertencer a um Polacanthus.

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terça-feira, 21 de julho de 2009

Apatossauro



O Apatossauro, que significa "Réptil falso", foi um Saurópode Diplodoco, que viveu no final do período Jurássico, há aproximadamente 150 e 147 milhões de anos, no Kimeridgiano e no Titoniano, na América do Norte.
Devido a uma confusão, apareceu com o nome de Brontossauro, nome que foi dado a uma segunda conhecida espécie.
O Apatosaurus viveu no oeste dos Estados Unidos, e seus fósseis, encontrados na formação Morrison. O Apatossauro foi um Saurópode mais robusto que o Diplodoco, apesar de mais curto. Junto ao Apatossauro, sem contar o Diplodoco e o Camarassauro, viviam o Estegossauro, o Alossauro, o Ceratossauro, o Coelurus, o Camptossauro e o Dryossauro.

Os Apatossauros, conhecidos popularmente por Brontossauros (também correto), foram um dos maiores animais da Terra, medindo 26 metros de comprimento, pesando 24 toneladas, peso similar a 4 elefantes juntos.
Acreditava-se que o Apatossauro era muito grande e pesado para apoiar-se em terra seca, assim vivendo na água ou em pântanos, mas pesquisas recentes comprovam o contrário.
Os fósseis do Apatossauro foram encontrados em Mina Nine Mile e Mina Bone Cabin, em Wyoming e nos sítios paleontológicos em Colorado, Oklahoma e Utah, nos EUA.
Em 1877, Othniel Charles Marsh publicou artigos sobre a descoberta do Apatossauro, e em 1879 descreveu a descoberta de um esqueleto muito mais completo, como Brontossauro.

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domingo, 19 de julho de 2009

Barossauro



O Barossauro (do latím "Lagarto pesado") foi um dinossauro da família dos Diplodocos, saurópode, que viveu no final do período Jurássico, há aproximadamente 150 milhões de anos atrás, no Titoniano, na América do Norte e talvez na África.
Há um esqueleto no Museu Americano de História Natural, em New York, de um Barossauro fêmea, apoiada em suas patas traseiras para proteger seu filho de um Alossauro.
Sua cabeça está no nível do 5º andar do edifício.
Os restos do Barossauro se encontraram por toda a formação Morrison, com outros bem conhecidos Saurópodes. Dentre eles, o Braquiossauro, o Camarassauro e o Diplodoco.
Também foram encontrados aí, restos do Estegossauro.

O Barossauro era um Saurópode grande, mas bastante típico com um rabo e pescoço compridos.
Media 27 metros de comprimento e 44 toneladas e um pescoço de 14 metros de comprimento. O Barosaurus Lentus foi um dos muitos dinossauros descobertos na América do Norte, e este, nomeado em 1890, por Charles Marsh.
Mais três esqueletos de B.lentus foram exumados da pedreira Carnegie Quarry, em Utah, Estados Unidos, por uma equipe liderada por Earl Douglas, do museu de Carnegie de História Natural, em Pittsburgh, Pensilvânia, EUA.

Um espécime parcialmente completo do Barossauro, de 24 metros, foi esquecido no Museu Real de Ontário, mas em 2007 foram redescobertos.

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sábado, 18 de julho de 2009

Zuniceratops






O Zuniceratops foi um dinossauro ceratopsiano, que viveu no Cretáceo superior, há aproximadamente 94 milhões de anos, no Turoniano, onde hoje é o México e os EUA.
Ele media aproximadamente 3 a 3,5 metros de comprimento e 1 metro de altura. Pesou de 100 a 150 quilogramas.
O Zuniceratops foi descoberto em 1996, por Christopher James Wolfe, de 8 anos, filho do paleontólogo Douglas G. Wolfe, na formação "Moreno Hill". Um crânio e ossos de vários Zuniceratops foram encontrados. O Zuniceratops foi o primeiro dinossauros com chifres e uma gola, e viveu no período Cretáceo.
Seu nome científico é Zuniceratops christopheri.
Viviam em bandos para proteger-se de um possível ataque, para que todos se ajudassem formando um escudo de chifres.

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Dinossauro de Papel!

Veja um Alossauro feito de papel (desenhado e recortado), e escaneado feito por mim:

Quer saber como se faz um dinossauro de papel recortado? Primeiro pegue uma folha de ofício. Depois, desenhe um dinossauro ou apenas seu contorno. Depois que terminar, recorte o contorno do seu desenho e pronto! Escaneie seu desenho para o computador e salve. Se quiser, pegue outra folha, crie outros dinossauros e coloque-os todos na folha criando uma paiságem com vários dinossauros.

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Interdino

Zoo Tycoon 2: Extinct Animals



O Zoo Tycoon 2: Extinct Animals é a expansão do jogo Zoo Tycoon 2 que saiu no dia 26 de Outubro de 2007, que traz mais de 30 animais extintos, inclusive o Tigre-dente-de-sabre, o Tiranossauro, e o Dodô.
Inclui também todo o conteúdo de Zoo Tycoon 2: Dino Danger Pack.
Alguns animais do jogo são:

-Mastodonte Americano;
-Anquilossauro;
-Aurochs;
-Hipótrago Azul;
-Carnotauro;
-Deinonychus;
-Deinosuchus;
-Dimetrodonte;
-Diprotodonte;
-Dodô;
-Doedicuro;
-Mamute anão;
-Kentrossauro;
-Estegossauro;
-Estiracossauro;
-Tricerátops;
-Utahraptor;
-Velociráptor;


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quinta-feira, 16 de julho de 2009

The Lost World - Jurassic Park



O jogo para Play Station 1, desenvolvido pela Dreamworks Int. e publicado pela Eletronic Arts, é um dos melhores jogos sobre dinossauros desta plataforma.
Variados cenários, jogadores e muitos outros recursos do jogo fazem do The Lost World - Jurassic Park, um dos melhores jogos sobre dinossauros.
Primeiramente, ele tem 30 fases.
Você pode jogar com dinossauros e humanos, muito diferente de outros jogos de dinossauros.
Depois de clicar em "Start" (as outras opções são "password" e "options"), começa o jogo.
O jogo começa com o Procompsognathus, a primeira personagem. Nas três primeiras fases, você enfrenta o Deinonychus, o Leptocerátops e o Dimorphodons.
Na 4ª, seu objectivo é escapar das pisadas de Braquiossauros. Depois disso, escape de um Carnotaurus, mas não pára por aí: Depois da fase, você cai em um matagal com vários Deinonychus e Velociráptors.

Na próxima, entre na água e escape de crocodilos aquáticos (Barasuchus).
Bom, o jogo é cheio de desafios, e você vai se deparar com dinossauros que nem conhecia, e outros que você desde o começo temia.
Mas se conseguir, parabéns.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Aviso do Interdino.

Olá. Eu coloquei a música tema do filme Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros, tocando automaticamente no blog.
Tomara que tenham gostado, pois esta decisão foi pela última enquete que coloquei no blog (10 pessoas aprovaram a colocação da música tema e 2 não aprovaram).
Mas poderei aprimorar o som, adicionando também a música tema do filme Jurassic Park 2 - O Mundo Perdido.
Se quiserem pausar a música, encontre a caixinha da música que está no final do blog, na barra lateral, e pause-a.

Obrigado, e espero que gostem.

Iguanodonte



O Iguanodonte foi um dinossauro Ornitópode, que viveu no final do período Cretáceo, há aproximadamente 130 e 120 milhões de anos, onde hoje é a Europa.

Foram descritas muitas espécies de Iguanodonte datadas do Kimeridgiano, final do período Jurássico, no Cenomaniano, do Cretáceo Superior, na Ásia, Europa e América do Norte.

Mas a investigação na século XXI sugere que somente há uma espécie bem conhecida, o I. Bernissartensis, do Cretáceo Superior, na Europa.
Descoberto em 1822, e descrito 3 anos mais tarde pelo geólogo inglês Gideon Mantell. Foi batizado por ele com o nome Iguanodon, pelo qual se deriva da iguana, e da palavra grega odontos (dente), devido à semelhança entre os dentes do Iguanodonte e da iguana atual.

o Iguanodonte foi um robusto herbívoro que podeia alternar entre as posições bípede e quadrúpede.
A espécie I. Bernissartensis, pode ter pesado algo em torno de três toneladas, medindo 10 metros de comprimento, quando adulto, e alguns espécimes que podiam alcançar 13 metros.
Seus braçoes eram longos, com até 75% do comprimento das pernas.
O primeiro resto encontrado que pertencia à um Iguanodonte foi um dente fossilizado, econtrado pela esposa de Gideon Mantell, mary Ann Mantell, no bosque Tilgate, Cuckfield, Inglaterra.

Anos depois, foi encontrado um espécime mais completo, em Maidstone, o qual Mantell adquiriu e identificou-o, baseando-se nos dentes que tinha.
Um dos primeiros detalhes notados nos Iguanodontes foi que tinha dentes de um réptil herbívoro.
O própio Mantell notou que os restos que trabalhara eram diferentes aos de qualquer réptil moderno, especialmente na desdentada mandíbula inferior.
A parte frontal do Iguanodonte era balanceada por causa da longa e rígida cauda que possuía.


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terça-feira, 14 de julho de 2009

Cinognato



O Cinognato, cujo nome significa ''mandíbula de cão'', que pertence à classe dos Synapsida, que representa uma classe formada por répteis parecidos com mamíferos.
É o único membro da família dos Cynognathidae, distribuída mundialmente. Este animal viveu no início do período Triássico, por volta de 250 milhões de anos atrás.

Com cauda curta, dentes caninos alongados e pontiagudos, o Cinognato poderia ter sido um animal carnívoro, possuíndo esqueleto leve, sendo um animal quadrúpede.
Como os gatos, o Cinognato pode ter tido bigodes, o que o aproxima dos mamíferos.
Era ágil e veloz, não tanto como os cães atuais, já que suas patas eram mais curtas e seus pés se apoiavam de forma plana sobre o solo, como os de humanos.

Media 2 metros de comprimento e 1,2 metro de altura.
Viviam na África do Sul, atacavam as presas usando a estratégia da emboscada, e possuia uma crânio de uns aproximadamente 30 centímetros.

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O Apocalípse, Nós e os Dinossauros.



Bom, andam histórias por aí dizendo que o mundo pode acabar em 2012. A NASA confirmou que um evento espacial não pode acabar com mundo em 21 de Dezembro de 2012, e também nenhum outro evento poderá acontecer em 2012.

Mas os dinossauros não puderam prever o fim do mundo, e acabaram morrendo. Mas aquilo era uma extinção em massa que foi necessário para o mundo. Nossa extinção pode ocorrer, mas será, no mínimo, daqui a pelo menos 3 bilhões de anos. Até lá, podemos nos preocupar com coisas mais sérias, como o aquecimento global.

Sabe, os dinossauros tiveram sua chance na Terra, mas quando a estadia de um ser na Terra acaba, é porque tinha que acabar, mesmo. Várias espécies foram extintas na extinção em massa do final do período Cretáceo (conhecida como a Extinção K-T, que marcou o fim do Cretáceo e começo da Era Cenozóica). Marcou também a extinção de espécies como o Temido Tiranossauro, o Espinossauro, o Velociráptor e muitos outros dinossauros que viveram neste período com tanta vida.
Os primatas viram algumas extinções até os dias de hoje, e sobreviveu à Era do Gelo. Portanto não acho que há com que se preocupar.

Coprólitos



Os coprólitos (copro=fezes, litos=pedra. Logo, fezes transformadas em pedra) são fezes fossilizadas, algo comum de todo ser vivo.
Os coprólitos indicam o tipo de alimentação de um dinossauro.
Os coprólitos foram descritos pela primeira vez em 1829, por William Buckland, sendo usados para designar se um animal era herbívoro, carnívoro ou qualquer outro tipo de alimentação.
Pode ser de origem animal ou humana. O estudo dos coprólitos é importante para a paleontologia.
Os coprólitos podem indicar até como foi parte da cadeia alimentar, em um determinado local e tempo.
São um dos principais materiais usados na área da paleoparasitologia.
A diferenciação entre os coprólitos pode ser realizada de forma comparativa de formato ou conteúdo. Os coprólitos de forma ovóide caracterizados pela maior variação do tamanho, gretas e estruturas vegetais confirmam aspectos de afinidade com excrementos de animais herbívoros. As formas cilíndricas de peso e tamanho mais uniformes são caracterizadas pelo alto grau de compactação interna, relacionando estes excrementos como provenientes de seres carnívoros ou onívoros.
Os coprólitos também auxiliam na pesquisa de helmintos, protozoários, bactérias e até mesmo vírus que ocorreram no passado, pois através de sua análise direta (Microscopia)ne técnicas de biologia molecular podemos detectar esses agentes e correlaciona-los com possíveis doenças da época.
Os coprólitos que servem de vasta fonte para essas pesquisas, são capazes de fornecer diferentes informações aos cientistas, são fezes fossilizadas de humanos ou animais. Pelo seu exame podemos encontrar fragmentos de material que os organismos utilizavam em sua dieta. Por exemplo, restos vegetais, que trarão informações da vegetação do local naquele período geológico; restos de outros animais, no caso das formas carnívoras etc. Estudando estes fósseis os cientistas podem recuperar grande parte das informações daquele paleoambiente, podendo estabelecer, até mesmo, parte da cadeia alimentar entre os organismos.

Fontes:
Wikipédia
Igc.usp

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Oficina.cienciaviva.pt

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Herrerassauro



O Herrerassauro foi um dinossauro que viveu no final do período Triássico, há aproximadamente 228 milhões de anos, no Carniano, onde hoje é a América do Sul.
A espécie do tipo Herrerasaurus ischigualastensis, foi descrita por Osvaldo Reig, em 1963. Durante muitos anos, a classificação do Herrerassauro não foi clara, já que apenas alguns restos contavam sua história.

O Herrerassauro é um dos dinossauros mais primitivos dos quais se conhecem. Tem o tamanho médio, medindo até 3 metros de comprimento, 2 metros de altura e pesava aproximadamente 100 quilogramas.
O crânio é estreito e largo.
O primeiro espécime de Herrerassauro foi descoberto em 1959, no vale do Ischigualasto, por uma comissão paleontológica da Universidade Nacional de Tucumán, na Argentina, liderada pelo Dr. Osvaldo Reig, que o estudou em 1963. Victorino Herrera, foi quem encontrou os primeiros fósseis de Herrerasaurus, da qual O. Reig dedicou o nome genérico.
Os dentes do Herrerasaurus eram afiados, o que indica que eram carnívoros. Seu tamanho indica que caçava pequenos e médios animais.
Podem ter alimentado de outros dinossauros, como o herbívoro Pisanossauro.
Coprólitos do Herrerassauro contêm osos, mas nenhum rastro de plantas, descobertos na formação de Ischigualasto.
Isto indica que o Herrerassauro tinha a capacidade de digerir osos de outros dinossauros.


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domingo, 12 de julho de 2009

Mesossauro



O Mesossauro foi um réptil que viveu no Paleozóico, no período Permiano, que mediu cerca de 1 metro de comprimento. Sua mandíbula, com muitos dentes afiados, indicava que sua alimentação era carnívora.
Como um dos primeiros répteis a se adaptar a ambientes aquáticos, possuia uma cauda comprida e um corpo hidrodinâmico.
Habitou áreas aquáticas do super-continente chamado Pangea. Seus fósseis são encontrados na África e na América dos Sul.
Exemplares muito bem conservados são encontrados em museus, como no Cenpaleo, na cidade de Mafra, Santa Catarina. Existem 4 espécies de Mesosaurus conhecidas. Entre elas, uma espécie brasileira, conhecida como Mesosaurus Brasiliensis.
O Mesosaurus Brasiliensis foi, como todos as outras espécies, um réptil pequeno, praticamente do tamanho de um ser humano.
Descrito e batizado por Mac Gregor, em 1908, estudando fósseis encontrados na formação Irati, do Permiano (Estado do Paraná).
Estes répteis surgiram há 290 milhões de anos atrás, no Carbonífero, extinto no Permiano. Alguns fósseis ainda indicam que podem ter tido seu auge no Triássico, há 230 milhões de anos atrás.
O Mesossauro era muito rápido por ser bastante esbelto e ter uma boa aerodinâmica. Seu rabo estreito e comprido ajudava em suas necessidades, também.

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sábado, 11 de julho de 2009

Giganotossauro



O Giganotossauro foi uma espécie de dinossauro carnívoro do fim do Cretáceo, que viveu na América do Sul, mais comúm na Patagônia.
O Giganotossauro foi o maior dinossauros carnívoros que já andaram pelo planeta. Caçava em bandos, usando 4 ou 5 parceiros para ajudar na caça, o que já era bastante para derrubar um Argentinossauro.
O primeiro espécime foi encontrado em 1993, por Rubén Carolini, na província de Neuquén, Argentina.
Media aproximadamente 17 metros de comprimento e 7 metros de altura. Pesava 4,5 toneladas.
Um grande dinossauro carnívoro que competia com ele pelo tamanho foi o Tiranossauro, que media 13 metros de comprimento e pesava algo em torno de 7 toneladas.
O Giganotossauro tinha um crânio maior do que o padrão dos Terópodes, medindo 195 centímetros de comprimento (1,95 metro).
Vivia em um ambiente rodeado de rios, muitas plantas, como araucárias e palmeiras.
Os fósseis de Giganotosaurus se encontram no museu de Carmen Funes, em Neuquén, Argentina. Más se encontram também no Museu Australiano de Sydney.


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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Fóssil de Crocodilo-Tatu, é exposto no Rio de Janeiro.



Praticamente, uma mistura de crocodilo, com um tatu, medindo até 2 metros de comprimento, e pesando até 120 quilogramas.
Viveu em São Paulo, e foi extinto há 90 milhões de anos atrás.
Estou falando de um animal que viveu no período Cretáceo, herbívoro, chamado Armadillosuchus Arrudai, exposto nesta terça-feira por Ismar de Souza Carvalho, pesquisador do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O fóssil que permitiu a descoberta da nova espécie e a reconstituição do esqueleto foi encontrado em 2005 pelo professor de ciências João Tadeu Arruda, morador de General Salgado (SP).
O Armadillosuchus viveu em um clima quente e árido, possuindo um crânio largo, focinho curto e estreito e placas ósseas distribuídas como armadura no pescoço e no dorso, é uma espécie distinta de todos os crocodilos que já viveram no planeta, segundo Carvalho.

O animal descoberto por Arruda tinha uma dieta variada - comia vegetais, moluscos e raízes de árvores. Para Carvalho, a extinção está ligada a mudanças climáticas ocorridas no período.
O artigo que relata a descoberta, também assinado por Thiago Marinho, foi publicado no Journal of South American Earth Sciences, em 2008. O trabalho teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio (Faperj) e durou quatro anos.

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Dilofossauro



O Dilofossauro, que significa ''lagarto de duas cristas'', foi um dinossauro Terópode que viveu no começo do período Jurássico, há aproximadamente 190 milhões de anos, no Sinemuriano e no Pliensbachiano, na América do Norte e na Ásia.

Os primeiros espécimes foram descritos em 1954, más foi aproximadamente uma década depois que veio a receber este nome.
Já veio a aparecer no filme Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros, erroneamente cuspindo veneno em suas presas.
Media aproximadamente 6 metros de comprimento e 2,50 metros de altura, pesando 500 kg.
Seus primeiros fósseis foram descobertos por Sam Welles, no verão de 1942, no estado do Arizona, Estados Unidos.
Logo foram enviados para Berkeley, para que o limpasse e montasse o fóssil. No começo foi confundido com um Megalosaurus Wetherilli. Más em 1964, quando se encontrou o primeiro crânio de Dilophosaurus, comprovaram que se tratava de uma espécie completamente diferente.
A espécie Dilophosaurus Sinensis, pode ou não pertencer ao gênero.
Outra espécie, chamada de Dilophosaurus Breedorum, não foi aceita como valida.

O Dilofossauro é bastante famoso pela aparição no filme Jurassic Park - O parque dos Dinossauros, e nos Best-Sellers de Michael Crichton.
O Dilofossauro também apareceu em jogos de dinossauros como o famoso Jurassic Park -Operation Gênesis.

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dikessaurosdojotadino.blogspot.com
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sábado, 4 de julho de 2009

Pteranodonte



O Pteranodonte foi um dinossauro pterossauro, que viveu no período Cretáceo, há 85 milhões de anos atrás. De uma ponta a outra de suas asas media 9 metros, e chegava a pesar 20 quilogramas. Mediu 1,60 metro de altura, era piscívoro (comia peixes).
Ele, embaixo de seu bico, tinha uma bolsa onde armazenava comida como o pelicano atual. Seus fósseis foram encontrados na Inglaterra e no Kansas, nos Estados Unidos.
É muito famoso tendo aparecido no final do filme Jurassic Park 2: O Mundo Perdido, e no filme Jurassic Park 3, tendo, erroneamente aparecido com dentes, sendo que seu nome significa ''alado sem dentes''.
Também apareceu na série de ITV Primeval, filme que também é conhecido por ''Mundo Primitivo'' ou ''Invasão Jurássica''.


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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Dinossauros Australianos



Foram descobertas 3 novas espécies de dinossauros, descobertas por paleontólogos australianos na formação Winton, região rochosa do Cretáceo, localizada no nordeste da Austrália. Uma das espécies, o carnívoro Australovenator wintonensis, foi descrita como um predador com três garras penetrantes em cada pata, maior e mais assustador que o velociraptor retratado no filme "Jurassic Park". Leve e ágil, este caçador era capaz de perseguir e alcançar facilmente sua presa em um terreno aberto, disseram os cientistas.


As outras duas espécies são herbívoras. O Witonotitan wattsi, magro e alto, semelhante a uma girafa. A segunda era o Diamantinasaurus matilda, ambas grandes e pesados Titanossauros.

Detalhes da descoberta foram publicados na revista científica de acesso aberto PLOS One por uma equipe de pesquisadores liderada pelo curador de Geociências do Museu de Queensland, Scott Hocknull, e colegas do Museu de História Natural da Austrália. Os novos dinossauros foram apelidados pelos cientistas através de referências à canção Waltzing Matilda, uma espécie de 'hino' do folclore australiano, composta no final do século 19 pelo compositor Banjo Patterson na cidade de Winton. Banjo (o Australovenator) e Matilda (o Diamantinasaurus) - “ possivelmente predador e presa - “ foram encontrados juntos em um lago de 98 milhões de anos, afirmaram os cientistas. O Witonotitan foi apelidado de Clancy. As novas espécies ficarão no Museu da Era dos Dinossauros Australiana, em Winton, que começará a ser construído nesta sexta-feira em Queensland, com expectativa de término em 2015. Segundo as autoridades australianas, a formação Winton já rendeu mais fósseis de dinossauros que o resto do país.


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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Dinossauro chinês é ancestral dos pássaros



Há 155 milhões de anos, no período Jurássico, viveu o Limussauro.
Descobriram na China restos desse dinossauro, que pode explicar o grande mistério do aparecimento de asas nos pássaros.
Este dinossauro ceratossauro herbívoro, foi descoberto na formação Shishugu, oeste da China.
De acordo com antiga teoria, os pássaros desenvolveram suas asas a partir dos membros traseiros dos pequenos terópodes. Entre eles, o Arqueoptérix, que não é um dinossauro.
No início da década de 90, quando se colocou em evidência o desenvolvimento embrionário dos pássaros, esta teoria caiu por terra.
Alguns paleontólogos haviam concluído que era impossível que as asas dos pássaros tivessem se desenvolvido a partir das mãos dos terópodes.Mas, no caso do Limussaurus Inextricabilis, o polegar é muito reduzido, enquanto que o indicador, o médio e o anular estão muito desenvolvidos.


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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Seu dinossauro preferido.



Embora o Tiranossauro pareça ser o mais famoso e maior dinossauro, vários outros dinossauros como o Espinossauro, que podem ser ''superior''.


O Espinossauro é um grande predador que, embora não tenha convivido com o T-Rex, foi um pouco maior que ele.

O Tiranossauro é, pelo menos, o mais forte? Pode ser. Tanto ele quanto o Espinossauro podem ter sido dois gigantescos e poderosos predadores que podiam caçar variados tipos de dinossauros.

O Tiranossauro Rex ganhou fama pelo seu físico, tamanho, e por ser, além de forte, um grande dinossauro. Junte poder com tamanho e você tem o mais famoso dinossauro. Más isso não quer dizer que ele seja seu preferido.

Seu dinossauro preferido, você escolhe. Qual você prefere?


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