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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Tiranossauro - Tyrannosaurus






Um dos maiores carnívoros que já existiu. O tiranossauro media 14 metros de comprimento, e 5 metros de altura.
Podia não ser o maior, más era o mais furioso. O maior era o espinossauro, que media 18 metros de comprimento e 6 metros de altura.
O tiranossauro viveu no final do período Cretáceo, e era da família dos Terópodes, como todos os gigantes carnívoros. Se não fosse pela extinção em massa, eles estariam aqui até hoje, por serem tão bem sucedidos no ambiente. Sua existência se deveu aos grandes herbívoros que era capaz de caçar. Podia, com 3 membros da espécie trabalhando em equipe, derrotar um grande Braquiossauro. Os Tiranossauros, apesar de não serem os maiores, eram poderosos e inteligentes. Para um bando de dinossauros pequenos, bastava um único Tiranossauro para saciar sua fome, porém para dinossauros maiores tinham que caçar com dois ou três indivíduos.

One of the bigger carnivores of all time. The Tyrannosaurus had 14 meters length, and 5 meters height. Could not be the highest, but it was the most furious. The biggest was the spinosaurus, with 18 meters length and 6 meters height.
The tyrannosaurus lived in the end of the Cretaceous period, and was of the theropods family, as all the giant carnivores. If it were not for the mass extinction, they would be here today, because they live very well at nature. His existence was because he could hunt big herbivores. He could, with 3 members of the same specie, hunt a big brachiosaurus. The Tyrannosaurus, despite they weren't the biggest, was powerful and smart. For a group of small dinosaurs, an only Tyrannosaurus was enough to sate the hunger, but for bigger dinosaurs, they would hunt with two or three individuals.

Coritossauro






Grande herbívoro que viveu no fim do período Jurássico, com seus 9 metros de comprimento. Seu nome significa ''lagarto de capacete'', pois possuia uma crista na cabeça, que tinha o formato de um capacete. Vivia no litoral da América do Norte, onde havia melhor qualidade de vida.

Albertossauro


O Albertossauro é um dinossauro carnívoro que foi descoberto pela primeira vez em Alberta, no Canadá, que originou o nome
Era um dinossauro carnívoro, pequeno más que era ágil e capaz de correr atrás de grandes herbívoros. Viveu no final do período Cretáceo, junto com outros grandes carnívoros, como o Tiranossauro e o Espinossauro.
O albertossauro era um dinossauro capaz de correr muito para alcançar suas presas, más é bastante frágil e pode ser detido ou morto, se pego por um dinossauro ceratopsiano.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Tiranossauro, o lendário dinossauro.

O lendário dinossauro, o Tiranossauro, não passa de mais um terrível carnívoro descoberto na América do Norte. Ele é famoso, lendário, más por que?
Tudo começou em 1900, num fóssil descoberto por Barnum Brown, no estado de Wyowing, nos Estados Unidos. Más esta fama começou por que? O motivo é por ele ser gigante, furioso e... descomunal. Estas vantagens do Tiranossauro, passaram de boca a boca pelo mundo, e acabou-se tornando o lendário Tiranossauro Rex que conhecemos hoje, que tanto nos alucina.
Más poderiamos olhar para outras descobertas, e com isso, perceber que não existem apenas Tiranossauros, más também há outros que podem até ser mais interessantes.

Espinossauro






Dinossauro carnívoro, cujo nome significa ''lagarto espinho'', pela grande placa que possui nas costas. Esse dinossauro é um pouco maior que o Tiranossauro, e disputa o posto de dinossauro mais feroz com ele. Não é o maior dinossauro, perdendo para o Giganotossauro em tamanho.


Viveu no período Cretáceo, principalmente no norte da África. Media 6 metros de altura, e 18 metros de comprimento e pesava mais de 6 toneladas. Era o maior dinossauro carnívoro, em comprimento. O espinossauro fazia parte da família dos Terópodes.


O motivo de sua grande placa nas costas era porque ela podia reter o calor do Sol, e ela o deixava mais ágil que outros répteis.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Tricerátops






O Tricerátops é um dinossauro herbívoro, que viveu no fim do período Cretáceo, na América do Norte.O tricerátops possuía enormes chifres e, ao que se sabe, foi o maior de todos os dinossauros com essa característica, media em torno de 9 metros de comprimento, 3 de altura e pesava em torno de 6 toneladas. O Triceratops pertence a família dos ceratopsídeos, grandes herbívoros providos de chifres. Mas ele apresenta uma peculiaridade: possui caratcterísticas tanto do grupo dos centrossauros (a gorjeia relativamente pequena e sólida) quando dos chasmossauros (os chifres compridos). Após longos debates, o Tricerátops foi incluido no grupo dos centrossauros (Centrosaurinae).

Não foi o meteorito






A hipótese de que o impacto de um asteroide na península mexicana de Iucatã tenha sido a causa do desaparecimento dos dinossauros há 65 milhões de anos voltou a ser contestada com o lançamento de um novo estudo geológico.
"Nenhuma espécie foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub", afirma a paleontóloga Gerta Keller, da universidade americana de Princeton, autora principal do estudo publicado hoje em "The Journal of the Geological Society".
"O impacto de Chicxulub aconteceu cerca 300 mil anos antes da extinção em massa e, portanto, não poderia tê-la causado", disse Keller à Agência Efe.
Vários cientistas, entre eles a própria Keller, tinham posto em dúvida anteriormente a teoria do impacto como causa da extinção dos dinossauros e de 65% de todas as espécies no limite entre os períodos Cretáceo e Terciário.
A teoria começou a ser formulada pouco depois da descoberta, em 1978, em Chicxulub, no norte de Iucatã, de uma cratera de 180 quilômetros de diâmetro em que foram achadas amostras de vidro nos sedimentos debaixo do limite do Cretáceo-Terciário (K/T, no jargão geológico), que se associa com a extinção em massa.
Segundo Keller explicou à Efe, a camada de esférulas encontrada marca o momento do impacto.
Agora, Keller e seus colegas encontraram novas provas no México de que o impacto antecedeu em 300 mil anos o limite K/T e que não teve o efeito dramático que se pensava sobre as espécies.
Em suas escavações na localidade mexicana de El Peñón, os paleontólogos encontraram fósseis das mesmas 52 espécies nos sedimentos situados abaixo e acima da camada de esférulas, segundo o estudo.
"Descobrimos que nem uma única espécie foi extinta como resultado do impacto do Chicxulub", disse Keller.
A cientista explicou que em El Peñón as esférulas estão incrustadas em sedimentos a mais de entre 4 e 9 metros abaixo do limite K/T.
Keller também rejeita as alegações dos defensores da teoria do impacto, segundo os quais ambos os eventos estão separados no registro dos sedimentos devido a um movimento sísmico ou um tsunami como resultado do choque do asteroide.
O estudo diz que os sedimentos que separam ambos os fatos têm características naturais, com os típicos buracos formados pelas criaturas que colonizavam o fundo do oceano, sem rastro de uma alteração estrutural.
Na opinião de Keller, o desaparecimento dos dinossauros pode ter ocorrido devido a "uma combinação de fatores, mas o impacto de Chicxulub não seria um deles".
De acordo com ela, um dos fatores podem ser as erupções do Deccan, cuja fase principal coincidiu com a extinção em massa e que produziram rios de lava que compõem até 80% das montanhas vulcânicas de 3.500 metros de altitude na Índia.
"A ideia mais plausível é que os gases de dióxido de enxofre eram mortais na hora de causar um esfriamento global, enquanto a chuva ácida destruiu as plantas e a acidificação dos oceanos acabou com os organismos que segregam carbonatos", completou. EFE

Maior espécie de dinossauro

Gráfico comparando o Argentinossauro com o Seismossauro e o Ultrassauro, outros dinossauros gigantes,  um elefante e um humano. 

O maior dinossauro que já pisou na Terra foi o Argentinossauro, saurópode que viveu no período Cretáceo, há aproximadamente 90 a 100 milhões de anos. Media aproximadamente 45 metros de comprimento e 21 metros de alltura. Foi o segundo dinossauro mais pesado que já existiu, chegando a pesar até 100 toneladas.
O segundo maior dinossauro, de acordo com paleontólogos, foi o Sauroposeidon, que era mais leve que o primeiro, o Argentinossauro, mas era provavelmente mais alto. Seu pescoço media mais de 40 metros de altura e seu peso chegava a 50 a 60 toneladas.
O tema continua, apesar de tudo, polêmico entre os especialistas, já que ainda não há um consenso sobre quais são os maiores dinossauros.

Fontes:

O Arqueopterix não é um dinossauro!


O Arqueopterix, por ser um pássaro primitivo, não pode ser classificado como um dinossauro, mas sim como uma ave. Mas alguns paleontólogos ainda os classificam como dinossauros.

É uma ave que teve relação forte com os dinossauros, que era carnívora e provavelomente se alimentava de alguns dinossauros. Por isso, não se confunda! O Arqueopterix não é dinossauro.

Estegossauro






Os Estegossauros viveram no fim do período Jurássico na América do Norte. Eram dinossauros herbívoros quadrúpedes, que mediam 9 metros de comprimento e 4 metros de altura. Possuiam enormes placas nas costas, para estabilizar a temperatura corporal. Eram usadas também para defesa contra predadores. O primeiro fóssil de Estegossauro foi encontrado no Colorado, em 1877, por Othniel Charles Marsh. Desde aí, foram encontrados muitos outros fósseis de Estegossauros, o que leva a crer que muitos Estegossauros viveram nessa época. Devido ao seu papel em vários filmes como Jurássic Park 2- O mundo perdido, o Estegossauro se tornou um dos dinossauros mais populares.

domingo, 26 de abril de 2009

Velociraptor

Créditos: Wikimedia.
Créditos: Ron Reznek.
Nome

O nome Velociraptor provém do latim velox raptor, que significa "ladrão veloz". O nome faz referência a sua característica de um caçador, que era dos mais rápidos de seu tempo.

Descoberta

O Velociraptor teve seu primeiro fóssil descoberto na Mongólia, em 1923, por uma expedição do Museu Americano de História Natural pelo deserto de Gobi. O fóssil encontrado era um crânio danificado, porém completo do dinossauro.

Dados básicos

Altura: aprox. 76 centímetros;
Comprimento: aprox. 1,5 a 2 metros;
Peso: aprox. 15 quilos;
Família: dromaeosauridae;
Período: cretáceo;
Onde viveu: Ásia central;
Alimentação: carnívora;
Estilo de caça: em bandos;

sábado, 25 de abril de 2009

Jurássic Park 4 - A extinção

Em 2009, nos cinemas, Jurássic Park vai voltar com seus dinossauros, e apresentar mais um episódio de luta e conquistas.
Mas desta vez será uma questão de sobrevivência dos dinossauros. Pode ser que um vulcão entre em erupção na ilha, e mate os dinossauros. O resto vamos poder conferir em 2009. Por enquanto fica em Hollywood, e nada mais sai de lá... por enquanto.
Atualização: O filme foi confirmado para 2012 e será dirigido por Joe Johnston.

Como seria se os humanos convivessem com os dinossauros?

Para algumas pessoas, pareceria legal conviver com seres tão grandes. Para outros, seria uma encrenca, ou perda de tempo. Mas se isso acontecesse, provavelmente alguns iam acabar sendo nossos bichos de estimação. Imagine ter um Galimimus em sua casa e você tendo que alimentá-lo com 2 quilos de folhas, pois é um pequeno herbívoro. Parece fácil, más muitos dinossauros pequenos brincam, comem e caçam em bandos. Pode ser até mais fácil, se você se comprometer a cuidar de um bando inteiro de dinossauros, tendo alimentá-los com 14 quilos de folhas, e uma banheira inteira (ou uma lagoa artificial) de água.
Se fosse um Tiranossauro, além de ter que educá-lo para que você não se torne a comida dele, você teria que alimentá-lo com muitos quilos de carne e, também, dar muita, muita água. Porém, não acho que sua casa tenha espaço suficiente para suportar um dinossauro, por mais simples que pareça e por mais pequeno que ele seja.
De qualquer maneira, talvez um dia teremos um parque dos dinossauros como no filme, com tecnologia suficiente para que eles se comportem como se comportavam há 65 milhões de anos atrás.