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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Nova espécie indica que dinossauros vieram da América do Sul


Nesta Sexta-feira, a revista Science publicou um estudo que sugere que os dinossauros surgiram na região que hoje é a América do Sul, e depois se alastraram para o mundo. Também apresentou uma nova espécie de dinossauro, o Tawa hallae, que preenche uma lacuna de ligação entre o grupo de grandes carnívoros do período Jurássico, os terópodos Tiranossauro rex e o velociraptor, e seus ancestrais, como o herrerassauro, descoberto na Argentina nos anos 60.
Há muito tempo os cientistas se perguntam se alguns traços comuns que aparecem nos terópodos se desenvolveram de maneira independente ou se eles faziam parte de um mesmo grupo, no qual as características foram passando de espécie para espécie.

"Havia tão poucas espécies dos primeiros terópodos que era difícil responder a essa questão", disse o coordenador do estudo, Sterling Nesbitt, da Universidade de Austin, no Texas. "Agora, com Tawa, achamos ter encontrado a resposta."

Segundo a descrição dos pesquisadores, Tawa media cerca de 70 cm na altura da cintura e 2 metros da cabeça à cauda. Estima-se que tenha vivido há cerca de 214 milhões de anos, mais ou menos na mesma época que o herrerassauro.
De acordo com o estudo, as duas espécies - o Tawa e o herrerassauro - compartilham traços bastante parecidos, especialmente em relação à morfologia da cintura. No entanto, o Tawa possui características dos terópodos que estão ausentes no herrerassauro, como bolsas de ar localizadas ao longo da espinha dorsal.
Quando a espécie evoluiu para os neoterópodes do período Jurássico, extintos há 65 milhões de anos, foram mantidas algumas características comuns a todas as espécies, como as grandes mandíbulas, dentes de carnívoros e certos traços pélvicos.

"Tawa é um bom exemplo de fóssil que preenche o que chamamos de lacuna morfológica", disse Nesbitt.

Em um exemplo raro, a equipe de pesquisadores americanos encontrou o esqueleto de Tawa extraordinariamente bem preservado junto com o de outras espécies em um sítio no Estado americano de Novo México.

Entretanto, a análise dos fósseis sugeriu que os três esqueletos pertenciam a espécies distantes, que haviam migrado da hoje América do Sul para a hoje América do Norte quando os cinco continentes ainda estavam unidos em uma massa continental única chamada Pangeia.

"Acreditamos que todos os grandes grupos dos primeiros dinossauros puderam passar para a parte da Pangeia que se tornou a América do Norte no fim do período Triássico, e podem até ter passado. Mas por alguma razão, apenas os carnívoros se adaptaram ao clima norte-americano", disse o co-autor do estudo Randall Irmis, da Universidade e do Museu de História Natural de Utah.

Segundo os cientistas, as descobertas sugerem a existência de outros movimentos de dispersão de dinossauros a partir da América do Sul.

Fonte:

Imagem:

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Criolofossauro



O Criolofossauro, cujo nome significa "réptil de crista de gelo" foi um dinossauro terópode que viveu no início do período Jurássico, faz aproximadamente 192 milhões de anos, onde hoje é a Antártida. Recebeu este nome devido a estranha crista em sua testa, e ainda é popularmente chamado de Elvissauro por ter uma crista parecida com o topete de Elvis Presley.
Media 6 metros de comprimento e 3 metros de altura. Possuía um crânio parecido com o crânio do Alossauro, que também viveu no Jurássico. Ele era um dinossauro ágil, tinha cauda rígida, mas fina. Seus braços eram curtos mas tinham garras que serviam para caçar. Foi encontrado no verão de 1990/91, por William Hammer e sua equipe, no monte Kirkpatrick, na cordilheira transantártica.

Fonte:
Wikipedia

Imagem:
Achetudoeregiao.com.br

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Chasmossauro



O Chasmossauro, que significa "Lagarto Aberto", viveu no final do período Cretáceo, há aproximadamente 70 milhões de anos atrás, no Mastrichtiano, onde hoje é o continente norte-americano. Seu nome foi inspirado nas aberturas que sua gola possui (pois era um Ceratopsídeo).
Esse dinossauro era de porte médio, medindo de 5 a 6 metros de comprimento, com uma altura de 2 metros e pesando aproximadamente 4 toneladas (equivalente a um carro). Eram quadrúpedes e herbívoros. Tinha uma enorme gola que servia para afastar os predadores e atrair uma fêmea, e era semelhante a um coração. Tinha um pequeno chifre sobre o nariz, e dois sobre seus olhos.
Tinha um dos maiores crânios do mundo dos animais terrestres. Media 2 metros de comprimento, cerca de 1 terço de seu comprimento total.
Em 1898, Lawrence Lambe do Estúdio Geológico do Canadá fez a primeira descoberta de restos do Chasmossauro: consistiam em partes da gola do pescoço. Primeiramente, achou que se tratava de um Monoclonius (outro ceratopsiano que tem um grande chifre sobre o nariz), mas em 1913 Charles Sternberg e seu filho encontraram um crâneo mais completo do Monoclonius, percebendo assim as diferenças entre os crâneos encontrados pelos dois homens. Assim, nascia o Chasmosaurus.

Fonte:

Imagem:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

E se você encontrasse um fóssil?



Imagine se você estivesse andando por um lugar e você acaba encontrando um fóssil de dinossauro. Você saberá o que fazer? Não? Então, veja o que fazer caso encontre um fóssil:
-Um fóssil é algo relativamente raro de ser encontrado. Tente mantê-lo "escondido" de mãos desconhecidas e protegê-lo bem para que o fóssil não quebre. Por ser muito frágil, o melhor a fazer é guardá-lo em um lugar que seja dificilmente danificado.
-Estude-o. Anote as principais características do fóssil encontrado por você. Por exemplo, caso tenha encontrado uma cabeça de dinossauro, meça o tamanho do dente, comprimento do fóssil ou, se quiser, descubra se tem ou não chifres.
-Leve-o ao museu mais próximo, e sempre lembre-se: Não dê o fóssil para pessoas não confiáveis, portanto, esconda-o em uma mochila, por exemplo. Chegando ao museu, tente encontrar um funcionário especializado na área de pré-história ou paleontologia. Ele poderá te dizer o que fazer com ele...
Há outros procedimentos, mas algumas regras são as mesmas. Saiba que fósseis são frágeis e que podem se quebrar, por terem ficado tanto tempo debaixo da terra. Você pode estar pisando neste momento encima de um fóssil (óbvio que não é louco para abrir o chão de sua casa). Se quiser achar fósseis, vá para lugares em que o encontro com eles seja "iminente".

Imagem Retirada de:

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Manadas de Dinossauros

Você já deve ter ouvido dizer das manadas de elefantes africanos de hoje-em-dia. No passado também existiam manadas de dinossauros de várias espécies como de Saurópodes, dinossauros pequenos, como o Gallimimus, de alguns carnívoros, como raptores, entre outras espécies que caçavam ou viviam em conjunto. Mas há uma diferença: Eram mais pesados, maiores e mais fortes que um elefante, alguns dinossauros que andavam em manadas. Você sabe que uma família de Sauropodes iria passar só de sentir a terra tremer. Imagine 10 ou mais Saurópodes caminhando em conjunto... Seria um perigo entrar no caminho deles.


Você já deve ter visto o filme "Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros". No meio do filme, quando Alan Grant caminha com as crianças até o Centro de Visitantes, eles param e vêm uma manada de Gallimimus correndo de um feroz Tiranossauro. Um deles é comido. Manadas desse tipo eram comuns em situações de caça. Animais pequenos eram velozes e escapavam fácil de um predador mais lento.
Imagens:
interarteonline.com
fimcreta.blogspot.com

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ardi: Um parente distante.



Na Etiópia, África, 1992, foi encontrado um Ardipithecus Ramidus. Em 1º de Outubro foi confirmada sua autencidade histórica pela revista Nature, com 11 artigos.
Por quase uma década, o fóssil foi analisado por um grupo do Centro de Evolução Humana da Universidade da Califórnia. O fóssil data-se de aproximadamente 4,4 milhões de anos, que supera a fêmea Australopithecus, Lucy.
Descoberto em 1992, o esqueleto demorou 3 anos para ser escavado pela equipe do Projeto Médio Awash, em Aramis, na Fenda de Afar, Etiópia.
Media 1,2 metros de altura e pesava 55 quilos, menor que um ser humano atual.
O fóssil poderá um ramo mais próximo do ancestral comúm entre seres humanos e chimpanzés que separaram há 7 milhões de anos. O fato de Ardi aparentemente se deslocar de pé aproxima Ardi com os seres humanos.

Fontes:

Imagem:

domingo, 18 de outubro de 2009

Megalodonte


O Megalodonte, que significa "dente enorme", era um dos maiores tubarões que já existiram, e viveu há aproximadamente 20 milhões de anos atrás, durante o Mioceno. Chegava a medir 20 metros de comprimento e a pesar 4 toneladas, e provavelmente se alimentava de baleias e outros tubarões menores que ele. Era 3 vezes maior que o atual tubarão branco, e possuía dentes que chegavam a medir 16 centímetros de comprimento, que eram trocados a vida inteira.
Todas essas características tornam o Megalodonte o maior e mais temido peixe que já existiu.

Fontes:

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Pegadas Reveladoras



As pegadas são um dos meios mais usados pelos paleontólogos para estudar dinossauros e outros animais pré-históricos. Quando um animal anda na areia, por exemplo, suas pegadas deixam pistas por onde ele andou. As pegadas ajudam os cientistas a estabelecer o tamanho do animal pelo tamanho da pegada, e até sua velocidade: Quanto maior o espaço entre duas pegadas, mais rápido é o animal. Com o tempo, as pegadas deixadas pelos dinossauros se fossilizaram e hoje nos contam como os dinossauros viviam na Terra. Geralmente, as pegadas "mais recentes"(mas que tiveram bastante tempo para se fossilizarem) estão mais bem preservadas. Mas com a ação do vento, da água e de outros fatores, as pegadas podem desaparecer, como quando você faz uma pegada na praia, mas o mar faz com que ela desapareça; mas se você fizer uma na terra, por exemplo, ela pode sobreviver por muito tempo.
Recentemente franceses descobriram pegadas gigantes com até 1,5 metro de diâmetro na cordilheira Jura, que há 150 milhões de anos era lar de Saurópodes. Como se sabe, os Saurópodes são os maiores dinossauros, e por isso, o tamanho das pegadas não é novidade.

Imagem:

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Irritator



O Irritator foi um dinossauro Terópode, que viveu no Cretáceo, há aproximadamente 110 milhões de anos atrás, na América do Sul. É encontrado na Formação Santana, no Brasil, pelo qual se descobriu apenas a parte superior.
As estimativas mais recentes sobre o tamanho do Irritator dizem que ele pode ter medido 8 metros de comprimento e 3 metros de altura, incluindo um crânio de 80 cm.
Pelo formato e características de seus dentes, eram provavelmente piscívoros, como outros Espinossauros, sendo muito parecidas com as mandíbulas dos crocodilos. Esse é o mesmo tipo de alimentação do Angaturama, que se parece com o Irritator.
O material do I. Challengeri é do membro Romualdo da Formação Santana, no Brasil. O fóssil localizado no museu de história natural de Stuttgart consiste em um crânio sem a porção inferior.
O lugar exato da descoberta do fóssil é desconhecido, pois este foi pego pelos traficantes de fósseis. Mas uma entrevista aos distribuidores de fósseis locais deu pistas do local do provável local do descobrimento: A aldeia de Buxexé, perto de Santana do Cariri.

Fontes:

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sábado, 10 de outubro de 2009

Como ser um Paleontólogo?

Paleontólogos estudando fósseis encontrados.

Muitos apaixonados por dinossauro e a vida pré-histórica, querem ajudar os especialistas a descobrir novos dinossauros e saber mais como esses gigantes (e pequenos) viveram. Basta um esforço para conseguir uma vaga nesse incrível mundo, entender de biologia e saber onde trabalhar. No Brasil, existem formações paleontológicas onde você pode trabalhar, como a Chapada do Araripe, no Ceará, uma formação sedimentar, onde foram encontrados muitos dos dinossauros do Brasil, datada do período Cretáceo.
Mas antes de ir procurar fósseis... Sabe, nada é muito simples. Você precisa fazer cursos de biologia, estudar isso e, simplesmente, entrar nesse mundo. Talvez, você que está lendo este blog se interessa por dinossauros, paleontologia... Um bom começo para quem quer se aprofundar na matéria. Você também deverá estudar geologia. Isso faz parte do estudo dos fósseis, saberás também onde procurá-los.
O salário, de acordo com o "educacional.com.br", é em torno de R$3.500,00. Razoável.
O mais difícil de ser paleontólogo é ter que lidar com seres que viveram há milhões de anos atrás, o que faz da paleontologia um trabalho difícil e que requer muita paciência.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ultrassauro



O Ultrassauro, que significa ultra lagarto, foi um Saurópode que viveu no período Cretáceo inferior, aproximadamente 110 e 100 milhões de anos atrás, no Albiano, onde hoje é a Coréia do Sul.
Foi descoberto na formação Dogyedong, Coréia do Sul, e descrito por Haang Mook Kim, em 1983. Este utilizou o nome "Ultrasaurus tabriensis", para a espécie. Logo se viu que o Saurópode não era tão grande como se via no princípio.
O nome "Ultrassauro" já tinha sido usado por Jim Jensen para um dinossauro do jurássico superior, em uma publicação não oficial. Kim publicou o U. tabriensis antes que Jensen ao dinossauro descoberto.

Fontes:

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Enigmossauro

A imagem acima mostra um Segnossauro, que se parece muito com o Enigmossauro, com tamanhos semelhantes, bípedes e com outras características que assemelham os dois dinossauros.

O Enigmossauro, que significa "Lagarto Enigma", foi um Terópode que viveu no período Cretáceo, há aproximadamente 95 milhões de anos, no Cenomaniano, onde hoje é o continente asiático. Seus restos foram descobertos em 1980 na Mongólia, sendo descrito e desenhado como um parente próximo ao Segnossauro, nomeado em 1983.
A espécie do tipo Enigmosaurus mongoliensis se conhece por ter uma só pelve incompleta que é 95% do tamanho do Segnossauro, o que leva a acreditar que o Enigmossauro media cerca de 7 metros de comprimento, e 5 metros de altura.
Apesar deste dinossauro não ser muito raro, poucos fósseis foram encontrados.

Fontes:

Imagem:

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Coelurus



O Coelurus foi uma espécie de dinossauro que viveu no final do período Jurássico, há aproximadamente 152 e 145 milhões de anos, na América do Norte, no Kimeridgiano e no Titoniano. O nome Coelurus, do grego, significa cauda oca (koilos=oco + oura=cauda).
A história do Coelurus, como muitas outras, foi complicada. Tanto, que atualmente apenas uma espécie de Coelurus é considerada válida: O "C. Fragilis", descrita por Othniel Charles Marsh em 1879. Se conhece apenas um esqueleto parcial encontrado na Formação Morrison, de Wyoming, Estados Unidos. Era um pequeno carnívoro bípede, com as patas traseiras largas.
Seu rabo é comprido, e a cabeça pequena. Pesava entre 13 e 20 quilogramas. Sua altura era de 70 centímetros e o comprimento de 2,4 metros.
Em 1879, Othniel Charles Marsh, naturalista e paleontólogo, descobriu o primeiro esqueleto de Coelurus.
O Coelurus viveu em um ambiente semiárido, com períodos de seca e de chuva. Vivia rodeado de coníferas e outras plantas.

Fontes:
Wikipédia em Espanhol

Imagem:
iped.com.br

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Dinossauros no gelo


Muitos dinossauros e variadas espécies dominaram o mundo na Era Mesozóica, e também o Circulo Ártico e a Antártida, os lugares mais frios do mundo.
Cientistas e paleontólogos viajam todos os dias para o Ártico para continuar as escavações em busca de dinossauros que viveram há milhões de anos na Terra, mas os desafios não param: O frio e o gelo desafiam esses cientistas e tornam as descobertas mais difíceis.
A temperatura no Ártico chega a -60ºC, sem contar que o clima é seco (o Ártico não é quente, mas é considerado um deserto, junto ao Saara), e muito gelo bloqueia a passagem de qualquer pessoa que tente encarar os blocos de vários metros de altura.
Mas não é só no Ártico. A Antártida, um grande continente gelado, mais frio que qualquer outro lugar do mundo, ocupa o sul da Argentina e do Chile, e um dos maiores glaciares do mundo: O Glaciar Perito Moreno, na Argentina. A Antártida também abrigou várias espécies de dinossauros, e também outros animais como os Plesiossauros (répteis aquáticos que viveram em toda a Era Mesozóica, como o Ictiossauro e o Mesossauro).
Uma boa parte das espécies de dinossauros viveram em áreas secas e frias como a Antártida e o Ártico, e outras nas regiões áridas da África. Mas os dinossauros viveram em todo o planeta.

Imagem:
br.geocities.com/lumini_enigmas

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A História dos Mamíferos

Acima, um mamífero primitivo. Ele viveu no período Jurássico.


Os mamíferos surgiram no começo da Era Cenozóica e existem até os dias atuais. Desde animais minúsculos até os famosos mamutes, e os primatas, que foram ancestrais do ser humano, que surgiram há 2,3 milhões de anos. Outros mamíferos carnívoros como o Tigre-dente-de-sabre também surgiram.
O que permitiu que os mamíferos surgissem foi o fim da Era Mesozóica, a era dos dinossauros. Ocorreram mudanças no clima e na Terra, o que permitiu o desenvolvimento dos mamíferos.
Não vemos tigres-dente-de-sabre porque ocorreram entre a era cenozóica e hoje, modificações que permitiram a evolução até os mamíferos que vemos hoje (elefantes, girafas, gorilas, baleias...), e continuarão se transformando. Os mamíferos são grande parte dos animais da Terra, hoje. Um dos fatores que permitiu a evolução dos mamíferos, foi a glaciação que ocorreu no Pleistoceno, no período Neogeno, há 10.000 anos atrás. Mais de 30 ordens de mamíferos pareceram no cenozóico, das quais aproximadamente 15 ordens ainda estão presentes hoje.
A glaciação ocorreu por um fator importante: No Oligoceno (período Paleogeno), o continente australiano se separou da Antártida. Com isso, surgiu a Corrente Circumpolar Antártica, que esfriou o oceano antártico.
No Mioceno se produziu um ligeiro aquecimento devido a liberação dos hidratos que desprenderam do dióxido de carbono. Quando o continente Sul-americano se uniu ao Norte-americano pela criação do Istmo do Panamá, a região do Ártico também se resfriou devido ao fortalecimiento das correntes de Humboldt e do Golfo e o fim da circulação de correntes marinhas primitivas de águas quentes que atravessavam o planeta de leste a oeste, levando ao último máximo glacial.


Fontes:
Wikipédia, em português

Imagem:
blogpaedia.com.br

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Luta Jurássica


A Luta Jurássica é um seriado do The History Channel (canal 59, Domingos às 22 horas), que mostra situações de dinossauros que lutavam até a morte para conseguir presas em situações críticas como falta de comida ou água. Outros apenas ameaçam suas presas, e transformavam o mundo pré-histórico em um verdadeiro campo de batalhas.
O programa é muito bom porque é bastante realístico quanto à situação dos dinossauros.
Vale a pena assistir: O programa passa no canal 59, nos Domingos, às 22 horas (The History Channel). Também há, nesse canal, outros programas bastante interessantes. Documentários e outras coisas interessantes.

Imagem:
tuhistory.com

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Centrossauro

O Centrossauro, ou "Lagarto Pontiagudo", foi um ceratopsiano, que viveu no final do período Cretáceo, há 75 milhões de anos, no Campaniano, na América do Norte.
O nome se refere às "pontinhas" que possui a "gola" do Centrossauro, e não ao chifre que ficava no nariz.

O Centrossauro media 6 metros de comprimento, e 2,5 metros de altura e tinha um só chifre sobre o nariz, que podia curvar-se para trás ou para frente, dependendo do indivíduo.
A gola do Centrossauro era bastante grande, com buracos bastante grandes
O Centrossauro também tinha 2 pequenos chifres sobre os olhos.
O primeiro fóssil de Centrossauro foi descoberto em Alberta, no Canadá, por Lawrence Lambe, perto do Rio Red Deer.

Fontes:

Imagem:

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Uma Teia Alimentar... Do tempo dos Dinossauros!

Você já deve ter aprendido sobre cadeias alimentares, e que um conjunto de cadeias alimentares, forma uma teia alimentar. Sempre, desde que houve vida, foi assim.
Obviamente, no Mesozóico, uns comiam os outros, mas estes podiam também ser comidos.
Veja uma teia do período Cretáceo, elaborada no Paint:


O Tiranossauro não entra na teia acima, pois não viveu na Ásia. Por isso, não havia chances de que o Tiranossauro tenha sido um predador para estes animais. Ele pode ter sido presa de algum outro animal, mas na América do Norte. Você também deve prestar atenção no tempo. Um dinossauro que viveu no período Jurássico, exclusivamente, não poderia ter sido predador de um animal que viveu exclusivamente no Cretáceo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Grupos Google.

Quem tem uma conta no Google sabe do que estou falando.
O Google groups permite você criar um pequeno grupo e, nele, colocar arquivos, imagens, discussões e criar páginas.
Algumas pessoas poderão editá-lo, se permitir. Bom, não é muito fácil explicar como é.
Se quiser ter, aconselho ter uma conta no Google que, além de você ter acesso ao Google Groups, você tem acesso ao Blogger e muito mais.
O Interdino agora tem um grupo:
http://groups.google.com.br/group/jurassic-park-group
E também o Dinossauro.org (Ariel):
http://groups.google.com.br/group/dinossauroorg?lnk=

Todos sobre paleontologia, dinossauros e Jurassic Park. Se quiser participar do grupo do Interdino, ajudando a criar páginas, discussões ou adicionar arquivos nele, solicite um convite por e-mail, colocando um comentário NESTA POSTAGEM.
Participe!

O Grupo Google "Jurassic Park Group" está inativo. Você poderá acessá-lo, porém o conteúdo é antigo.

Imagem:
mundodoispontozero.files.wordpress.com
Créditos da postagem:
Google Inc.

sábado, 29 de agosto de 2009

A Fábrica de Dinossauros.


Isso, em um futuro distante, poderia ser feito. Uma fábrica de dinossauros, que cria esses répteis para estudá-los, e... Vende-los.
Imagine uma fábrica aparentemente normal por fora, mas que, por dentro, guarda algo que esperou 65 milhões de anos pela chegada da tecnologia, e o início de uma nova "Era Mesozóica". Mas seria muito difícil, porque não temos a "receita" para fazer dinossauros, e muito menos, como eram há 65 milhões de anos. Mas, se alguém consegue, isso seria correto? Recriar os dinossauros, se nem temos certeza de como viviam? Pode ser que não, por isso é bom ter certeza antes.
Fábrica é um edifício industrial, onde se faz alimentos, objetos e outras coisas que podem ser úteis para o nosso dia-a-dia. Mas... Venderiamos um dinossauro em uma Loja de Animais?
Saiba vender seres tão estranhos em uma loja, e poderá vende-lo muito caro. Mas, se vendessemos um dinossauro, estariamos errados? Talvez pessoas normais não devessem ter dinossauros, e tenha em mente que não é a mesma coisa que ter um cão ou um gato.
Mas, não creio que isso venha a acontecer em nosso mundo. É muito difícil ter o DNA de um ser e recria-lo em nosso mundo.
Por que não podemos manter dinossauros em nosso planeta?
Agora, no século XXI, nosso planeta é completamente diferente do planeta da Era Mesozóica. Não temos mais o super-continente Pangea, nosso clima é diferente, e os seres-vivos que agora o habitam são diferentes. Sem falar nas plantas e as cidades.

Imagem:
media-cdn.tripadvisor.com (modificada).

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Estauricossauro

Comparação entre um Humano e um Estauricossauro
Estauricossauro se Alimentando

O Estauricossauro, que significa "Lagarto Cruzeiro do Sul", é um Terópode Herrerassauro que viveu no Triássico Superior, há aproximadamente 225 milhões de anos, no que hoje é o Brasil.
Media 2 metros de comprimento, 1 metro de altura e pesava em torno de 30 quilogramas. Não era tão grande e, por isso, comia pequenos mamíferos, grandes lagartixas e dinossauros menores que ele.
É o primeiro dinossauro brasileiro; e tambhém do mundo. Quem descobriu o dinossauro foi Llewellyn Ivor Price, em 1936, na cidade de Santa Maria (RS), no Sítio Paleontológico Jazigo Cinco (UFSM).
O fóssil foi classificado em 1970 por Edwin Harris Colbert. Os restos consistem em dentes e pedaços do crânio.
Existem dinossauros parentes do Staurikosaurus na África do Sul e Argentina.

Fontes:

Imagens:

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Imagens tridimensionais revelam detalhes de aranhas pré-históricas





Notícia Atualizada em 05/08/09 - 10:06 .

Cientistas do Imperial College de Londres usaram equipamentos de tomografia computadorizada e programas de computação gráfica para criar imagens tridimensionais de fósseis de duas espécies de aranhas que viveram há 300 milhões de anos.

Apesar de tão antigas, as espécies Cryptomartus hindi e Eophrynus prestvicii são "parentes próximas" de aranhas modernas. A tecnologia já havia sido usada antes, mas poucas vezes em fósseis tão antigos, que mostram o início da vida na Terra.

As imagens tridimensionais revelam detalhes até então desconhecidos das criaturas, como mecanismos de defesa e que as aranhas tinham hábitos predadores, e dão aos cientistas uma ideia melhor do que se passava no período, anterior ao dos dinossauros.

Os resultados foram publicados na revista especializada "Biology Letters".

Os cientistas fizeram cerca de 3 mil imagens de cada fóssil. O software desenvolvido pelo Imperial College London foi usado para juntar todas as imagens em um modelo virtual único, detalhado e tridimensional das aranhas.

Medidas defensivas

As imagens tridimensionais revelam que as patas dianteiras da Cryptomartus hindi estavam direcionadas para a frente, sugerindo que a aranha poderia usá-las para agarrar suas presas.

Os pesquisadores sugerem que o animal, provavelmente, era "um predador que caçava por emboscada" como a moderna aranha caranguejeira, que aguarda escondida a aproximação da presa.

Os pesquisadores também concluíram que a outra espécie, a Eophrynus prestvicii, tinha espinhos nas costas, provavelmente como medida de defesa para torná-la menos palatável aos anfíbios, que seriam seus predadores naturais.

"Nossos modelos quase trazem essas criaturas de volta à vida e é muito excitante conseguir examiná-las em tantos detalhes", disse o pesquisador Russel Garwood, do Imperial College e principal autor do estudo.

"Nosso estudo ajuda a construir uma imagem do que estaria acontecendo neste período do início da história da vida na Terra."

A técnica também poderá ser usada para re-examinar fósseis do mesmo período, já analisados pelos meios convencionais, disseram os cientistas.

Fontes:
G1- Globo

Imagens:
info.abril.com.br
bi.i.uol.com.br

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Amazonssauro



O Amazonssauro, que significa "Lagarto do Amazonas", foi um Saurópode, que viveu no período Cretáceo, há 100 milhões de anos, no Albiano, onde hoje é o continente da América do Sul.
Apesar de ser um diplodoco avançado, o Amazonssauro era um Saurópode relativamente pequeno, com um grande pescoço, e um rabo em forma de chicote.
Media aproximadamente 12 metros de comprimento.
Apesar de outros dinossauros encontrados no interior do Brasil, este foi o primeiro dinossauro nomeado do território da Bacia do Rio Amazonas.

O nome é baseado no estado do Amazonas, apesar de a espécie válida, o Amazonsaurus Maranhensis, encontrado no estado do Maranhão, nomeado em 2003, pelos paleontólogos brasileiros Ismar de Sousa Carvalho e Leonardo dos Santos Avilla e o Argentino Leonardo Salgado, tenha sido encontrado no estado do Maranhão, na formação Itapecuru.
Esta formação geológica data-se do Aptiano e Albiano, do Cretáceo Inferior.

Fontes:

Imagem:

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Velociraptor: O Mais Rápido?

Não. Apesar do nome, o Velociraptor não é dinossauro mais rápido que já existiu.

Dizem que o dinossauro mais rápido foi o Compsognato, que tinha o mesmo tamanho de um gato doméstico. Ele media 1 metro de comprimento e alcançava 64 km/h, mais rápido que o avestruz atual, mais rápido animal hoje em dia.


Cobria 100 metros a cada 6 segundos, e pesava apenas 3 quilos.


Mas não se engane. O Velociraptor era muito rápido também, chegando quase perto do Compsognato, e alcançava 50 km/h, e usava essa velocidade para caçar e se divertir. O Velociráptor pesava cerca de 25 kg, e viveu no período Cretáceo.


Sua garra de 6 cm, juntamente com sua grande velocidade, eram armas letais usadas para a caça.
Diferente do Compsognato, que, além de alimentar-se de insetos, era pequeno, frágil e não demonstrava nenhuma arma letal, grande e poderosa o bastante, para matar dinossauros maiores que ele.
Fontes:
Clenesallesnews
Wikipédia: Velociráptor
Folha Online
Wikipédia: Compsognato

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Vídeos de Dinossauros...





Vídeos do YouTube.

Jurassic Park III - Wallpaper.

Veja um Wallpaper artístisco feito no Paint.net:

Resolução: 1440x900

Espero que gostem.

Chasmossauro



O Chasmossauro foi um dinossauro ceratopsiano, que viveu no final do período Cretáceo, há aproximadamente 70 milhões de anos, no Mastrichtiano, onde hoje é a América do Norte.
Seus chifres e seu escudo eram armas de defesa contra o ataque de predadores, usados também na disputa entre machos por uma fêmea da mesma espécie.
Dentre as espécies conhecidas temos o Chasmosaurus Canadensis, o Chasmosaurus Mariscalensis, e Chasmosaurus Russeli.
O Chasmossauro era um ceratópsido de tamanho normal; que media entre 5 e 6 metros de comprimento, pesando até 3,5 toneladas.
Como outros Ceratópsidos, o Chasmosaurus era qüadrúpede e herbívoro.
Possuía um pequeno chifre acima do nariz, como os rinocerontes atuais.
O Chasmossauro possuía um dos maiores crânios entre os animais terrestres, medindo 2 metros de comprimento, e ocupando 1/4 de seu corpo.
Em 1898, Lawrence Lambe descobriu os primeiros restos do Chasmossauro, que formavam o escudo que envolvia seu pescoço. Lawrence primeiramente pensou que os restos pertenciam a outro dinossauro, o Monoclonius.

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Hylaeossauro



O Hylaeossauro foi um dinossauro da família dos Anquilossauros, que viveu no Cretáceo Inferior, há aproximadamente 140 e 135 milhões de anos, no Valanginiano e no Berriasiano, onde hoje é a Europa.
Um dos espécimes encontrados, recuperados por Gideon Mantell, em 1832, no sul da Inglaterra, encontra-se hoje exposto no Museu de História Natural de Londres.
Gideon Mantell estimava que o Hylaeossauro poderia medir 7,5 metros, metade do tamanho do Iguanodonte e do Megalossauro. Hoje, estima-se que o Hylaeossauro media entre 3 e 6 metros de comprimento e 1,8 metro de altura.

Este herbívoro, e possuía cabeça pequena, pernas curtas e patas com 4 dedos.
Os primeiros restos do Hylaeossauro foram encontrados por Gideon Mantell, como o Hylaeosaurus Armatus, na Inglaterra, em 1832. Mantell encontrou apenas a parte dianteira do dinossauro.

Os primeiros fósseis de Hylaeossauro foram descobertos em Sussex. Os restos adicionais têm sido descobertos na Ilha de Wight (parte da Grã-Bretanha), e em Ardenas, França, apesar que os restos da França possam pertencer a um Polacanthus.

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terça-feira, 21 de julho de 2009

Apatossauro



O Apatossauro, que significa "Réptil falso", foi um Saurópode Diplodoco, que viveu no final do período Jurássico, há aproximadamente 150 e 147 milhões de anos, no Kimeridgiano e no Titoniano, na América do Norte.
Devido a uma confusão, apareceu com o nome de Brontossauro, nome que foi dado a uma segunda conhecida espécie.
O Apatosaurus viveu no oeste dos Estados Unidos, e seus fósseis, encontrados na formação Morrison. O Apatossauro foi um Saurópode mais robusto que o Diplodoco, apesar de mais curto. Junto ao Apatossauro, sem contar o Diplodoco e o Camarassauro, viviam o Estegossauro, o Alossauro, o Ceratossauro, o Coelurus, o Camptossauro e o Dryossauro.

Os Apatossauros, conhecidos popularmente por Brontossauros (também correto), foram um dos maiores animais da Terra, medindo 26 metros de comprimento, pesando 24 toneladas, peso similar a 4 elefantes juntos.
Acreditava-se que o Apatossauro era muito grande e pesado para apoiar-se em terra seca, assim vivendo na água ou em pântanos, mas pesquisas recentes comprovam o contrário.
Os fósseis do Apatossauro foram encontrados em Mina Nine Mile e Mina Bone Cabin, em Wyoming e nos sítios paleontológicos em Colorado, Oklahoma e Utah, nos EUA.
Em 1877, Othniel Charles Marsh publicou artigos sobre a descoberta do Apatossauro, e em 1879 descreveu a descoberta de um esqueleto muito mais completo, como Brontossauro.

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domingo, 19 de julho de 2009

Barossauro



O Barossauro (do latím "Lagarto pesado") foi um dinossauro da família dos Diplodocos, saurópode, que viveu no final do período Jurássico, há aproximadamente 150 milhões de anos atrás, no Titoniano, na América do Norte e talvez na África.
Há um esqueleto no Museu Americano de História Natural, em New York, de um Barossauro fêmea, apoiada em suas patas traseiras para proteger seu filho de um Alossauro.
Sua cabeça está no nível do 5º andar do edifício.
Os restos do Barossauro se encontraram por toda a formação Morrison, com outros bem conhecidos Saurópodes. Dentre eles, o Braquiossauro, o Camarassauro e o Diplodoco.
Também foram encontrados aí, restos do Estegossauro.

O Barossauro era um Saurópode grande, mas bastante típico com um rabo e pescoço compridos.
Media 27 metros de comprimento e 44 toneladas e um pescoço de 14 metros de comprimento. O Barosaurus Lentus foi um dos muitos dinossauros descobertos na América do Norte, e este, nomeado em 1890, por Charles Marsh.
Mais três esqueletos de B.lentus foram exumados da pedreira Carnegie Quarry, em Utah, Estados Unidos, por uma equipe liderada por Earl Douglas, do museu de Carnegie de História Natural, em Pittsburgh, Pensilvânia, EUA.

Um espécime parcialmente completo do Barossauro, de 24 metros, foi esquecido no Museu Real de Ontário, mas em 2007 foram redescobertos.

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sábado, 18 de julho de 2009

Zuniceratops






O Zuniceratops foi um dinossauro ceratopsiano, que viveu no Cretáceo superior, há aproximadamente 94 milhões de anos, no Turoniano, onde hoje é o México e os EUA.
Ele media aproximadamente 3 a 3,5 metros de comprimento e 1 metro de altura. Pesou de 100 a 150 quilogramas.
O Zuniceratops foi descoberto em 1996, por Christopher James Wolfe, de 8 anos, filho do paleontólogo Douglas G. Wolfe, na formação "Moreno Hill". Um crânio e ossos de vários Zuniceratops foram encontrados. O Zuniceratops foi o primeiro dinossauros com chifres e uma gola, e viveu no período Cretáceo.
Seu nome científico é Zuniceratops christopheri.
Viviam em bandos para proteger-se de um possível ataque, para que todos se ajudassem formando um escudo de chifres.

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Dinossauro de Papel!

Veja um Alossauro feito de papel (desenhado e recortado), e escaneado feito por mim:

Quer saber como se faz um dinossauro de papel recortado? Primeiro pegue uma folha de ofício. Depois, desenhe um dinossauro ou apenas seu contorno. Depois que terminar, recorte o contorno do seu desenho e pronto! Escaneie seu desenho para o computador e salve. Se quiser, pegue outra folha, crie outros dinossauros e coloque-os todos na folha criando uma paiságem com vários dinossauros.

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Interdino

Zoo Tycoon 2: Extinct Animals



O Zoo Tycoon 2: Extinct Animals é a expansão do jogo Zoo Tycoon 2 que saiu no dia 26 de Outubro de 2007, que traz mais de 30 animais extintos, inclusive o Tigre-dente-de-sabre, o Tiranossauro, e o Dodô.
Inclui também todo o conteúdo de Zoo Tycoon 2: Dino Danger Pack.
Alguns animais do jogo são:

-Mastodonte Americano;
-Anquilossauro;
-Aurochs;
-Hipótrago Azul;
-Carnotauro;
-Deinonychus;
-Deinosuchus;
-Dimetrodonte;
-Diprotodonte;
-Dodô;
-Doedicuro;
-Mamute anão;
-Kentrossauro;
-Estegossauro;
-Estiracossauro;
-Tricerátops;
-Utahraptor;
-Velociráptor;


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quinta-feira, 16 de julho de 2009

The Lost World - Jurassic Park



O jogo para Play Station 1, desenvolvido pela Dreamworks Int. e publicado pela Eletronic Arts, é um dos melhores jogos sobre dinossauros desta plataforma.
Variados cenários, jogadores e muitos outros recursos do jogo fazem do The Lost World - Jurassic Park, um dos melhores jogos sobre dinossauros.
Primeiramente, ele tem 30 fases.
Você pode jogar com dinossauros e humanos, muito diferente de outros jogos de dinossauros.
Depois de clicar em "Start" (as outras opções são "password" e "options"), começa o jogo.
O jogo começa com o Procompsognathus, a primeira personagem. Nas três primeiras fases, você enfrenta o Deinonychus, o Leptocerátops e o Dimorphodons.
Na 4ª, seu objectivo é escapar das pisadas de Braquiossauros. Depois disso, escape de um Carnotaurus, mas não pára por aí: Depois da fase, você cai em um matagal com vários Deinonychus e Velociráptors.

Na próxima, entre na água e escape de crocodilos aquáticos (Barasuchus).
Bom, o jogo é cheio de desafios, e você vai se deparar com dinossauros que nem conhecia, e outros que você desde o começo temia.
Mas se conseguir, parabéns.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Aviso do Interdino.

Olá. Eu coloquei a música tema do filme Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros, tocando automaticamente no blog.
Tomara que tenham gostado, pois esta decisão foi pela última enquete que coloquei no blog (10 pessoas aprovaram a colocação da música tema e 2 não aprovaram).
Mas poderei aprimorar o som, adicionando também a música tema do filme Jurassic Park 2 - O Mundo Perdido.
Se quiserem pausar a música, encontre a caixinha da música que está no final do blog, na barra lateral, e pause-a.

Obrigado, e espero que gostem.

Iguanodonte



O Iguanodonte foi um dinossauro Ornitópode, que viveu no final do período Cretáceo, há aproximadamente 130 e 120 milhões de anos, onde hoje é a Europa.

Foram descritas muitas espécies de Iguanodonte datadas do Kimeridgiano, final do período Jurássico, no Cenomaniano, do Cretáceo Superior, na Ásia, Europa e América do Norte.

Mas a investigação na século XXI sugere que somente há uma espécie bem conhecida, o I. Bernissartensis, do Cretáceo Superior, na Europa.
Descoberto em 1822, e descrito 3 anos mais tarde pelo geólogo inglês Gideon Mantell. Foi batizado por ele com o nome Iguanodon, pelo qual se deriva da iguana, e da palavra grega odontos (dente), devido à semelhança entre os dentes do Iguanodonte e da iguana atual.

o Iguanodonte foi um robusto herbívoro que podeia alternar entre as posições bípede e quadrúpede.
A espécie I. Bernissartensis, pode ter pesado algo em torno de três toneladas, medindo 10 metros de comprimento, quando adulto, e alguns espécimes que podiam alcançar 13 metros.
Seus braçoes eram longos, com até 75% do comprimento das pernas.
O primeiro resto encontrado que pertencia à um Iguanodonte foi um dente fossilizado, econtrado pela esposa de Gideon Mantell, mary Ann Mantell, no bosque Tilgate, Cuckfield, Inglaterra.

Anos depois, foi encontrado um espécime mais completo, em Maidstone, o qual Mantell adquiriu e identificou-o, baseando-se nos dentes que tinha.
Um dos primeiros detalhes notados nos Iguanodontes foi que tinha dentes de um réptil herbívoro.
O própio Mantell notou que os restos que trabalhara eram diferentes aos de qualquer réptil moderno, especialmente na desdentada mandíbula inferior.
A parte frontal do Iguanodonte era balanceada por causa da longa e rígida cauda que possuía.


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terça-feira, 14 de julho de 2009

Cinognato



O Cinognato, cujo nome significa ''mandíbula de cão'', que pertence à classe dos Synapsida, que representa uma classe formada por répteis parecidos com mamíferos.
É o único membro da família dos Cynognathidae, distribuída mundialmente. Este animal viveu no início do período Triássico, por volta de 250 milhões de anos atrás.

Com cauda curta, dentes caninos alongados e pontiagudos, o Cinognato poderia ter sido um animal carnívoro, possuíndo esqueleto leve, sendo um animal quadrúpede.
Como os gatos, o Cinognato pode ter tido bigodes, o que o aproxima dos mamíferos.
Era ágil e veloz, não tanto como os cães atuais, já que suas patas eram mais curtas e seus pés se apoiavam de forma plana sobre o solo, como os de humanos.

Media 2 metros de comprimento e 1,2 metro de altura.
Viviam na África do Sul, atacavam as presas usando a estratégia da emboscada, e possuia uma crânio de uns aproximadamente 30 centímetros.

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O Apocalípse, Nós e os Dinossauros.



Bom, andam histórias por aí dizendo que o mundo pode acabar em 2012. A NASA confirmou que um evento espacial não pode acabar com mundo em 21 de Dezembro de 2012, e também nenhum outro evento poderá acontecer em 2012.

Mas os dinossauros não puderam prever o fim do mundo, e acabaram morrendo. Mas aquilo era uma extinção em massa que foi necessário para o mundo. Nossa extinção pode ocorrer, mas será, no mínimo, daqui a pelo menos 3 bilhões de anos. Até lá, podemos nos preocupar com coisas mais sérias, como o aquecimento global.

Sabe, os dinossauros tiveram sua chance na Terra, mas quando a estadia de um ser na Terra acaba, é porque tinha que acabar, mesmo. Várias espécies foram extintas na extinção em massa do final do período Cretáceo (conhecida como a Extinção K-T, que marcou o fim do Cretáceo e começo da Era Cenozóica). Marcou também a extinção de espécies como o Temido Tiranossauro, o Espinossauro, o Velociráptor e muitos outros dinossauros que viveram neste período com tanta vida.
Os primatas viram algumas extinções até os dias de hoje, e sobreviveu à Era do Gelo. Portanto não acho que há com que se preocupar.

Coprólitos



Os coprólitos (copro=fezes, litos=pedra. Logo, fezes transformadas em pedra) são fezes fossilizadas, algo comum de todo ser vivo.
Os coprólitos indicam o tipo de alimentação de um dinossauro.
Os coprólitos foram descritos pela primeira vez em 1829, por William Buckland, sendo usados para designar se um animal era herbívoro, carnívoro ou qualquer outro tipo de alimentação.
Pode ser de origem animal ou humana. O estudo dos coprólitos é importante para a paleontologia.
Os coprólitos podem indicar até como foi parte da cadeia alimentar, em um determinado local e tempo.
São um dos principais materiais usados na área da paleoparasitologia.
A diferenciação entre os coprólitos pode ser realizada de forma comparativa de formato ou conteúdo. Os coprólitos de forma ovóide caracterizados pela maior variação do tamanho, gretas e estruturas vegetais confirmam aspectos de afinidade com excrementos de animais herbívoros. As formas cilíndricas de peso e tamanho mais uniformes são caracterizadas pelo alto grau de compactação interna, relacionando estes excrementos como provenientes de seres carnívoros ou onívoros.
Os coprólitos também auxiliam na pesquisa de helmintos, protozoários, bactérias e até mesmo vírus que ocorreram no passado, pois através de sua análise direta (Microscopia)ne técnicas de biologia molecular podemos detectar esses agentes e correlaciona-los com possíveis doenças da época.
Os coprólitos que servem de vasta fonte para essas pesquisas, são capazes de fornecer diferentes informações aos cientistas, são fezes fossilizadas de humanos ou animais. Pelo seu exame podemos encontrar fragmentos de material que os organismos utilizavam em sua dieta. Por exemplo, restos vegetais, que trarão informações da vegetação do local naquele período geológico; restos de outros animais, no caso das formas carnívoras etc. Estudando estes fósseis os cientistas podem recuperar grande parte das informações daquele paleoambiente, podendo estabelecer, até mesmo, parte da cadeia alimentar entre os organismos.

Fontes:
Wikipédia
Igc.usp

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Oficina.cienciaviva.pt

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Herrerassauro



O Herrerassauro foi um dinossauro que viveu no final do período Triássico, há aproximadamente 228 milhões de anos, no Carniano, onde hoje é a América do Sul.
A espécie do tipo Herrerasaurus ischigualastensis, foi descrita por Osvaldo Reig, em 1963. Durante muitos anos, a classificação do Herrerassauro não foi clara, já que apenas alguns restos contavam sua história.

O Herrerassauro é um dos dinossauros mais primitivos dos quais se conhecem. Tem o tamanho médio, medindo até 3 metros de comprimento, 2 metros de altura e pesava aproximadamente 100 quilogramas.
O crânio é estreito e largo.
O primeiro espécime de Herrerassauro foi descoberto em 1959, no vale do Ischigualasto, por uma comissão paleontológica da Universidade Nacional de Tucumán, na Argentina, liderada pelo Dr. Osvaldo Reig, que o estudou em 1963. Victorino Herrera, foi quem encontrou os primeiros fósseis de Herrerasaurus, da qual O. Reig dedicou o nome genérico.
Os dentes do Herrerasaurus eram afiados, o que indica que eram carnívoros. Seu tamanho indica que caçava pequenos e médios animais.
Podem ter alimentado de outros dinossauros, como o herbívoro Pisanossauro.
Coprólitos do Herrerassauro contêm osos, mas nenhum rastro de plantas, descobertos na formação de Ischigualasto.
Isto indica que o Herrerassauro tinha a capacidade de digerir osos de outros dinossauros.


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domingo, 12 de julho de 2009

Mesossauro



O Mesossauro foi um réptil que viveu no Paleozóico, no período Permiano, que mediu cerca de 1 metro de comprimento. Sua mandíbula, com muitos dentes afiados, indicava que sua alimentação era carnívora.
Como um dos primeiros répteis a se adaptar a ambientes aquáticos, possuia uma cauda comprida e um corpo hidrodinâmico.
Habitou áreas aquáticas do super-continente chamado Pangea. Seus fósseis são encontrados na África e na América dos Sul.
Exemplares muito bem conservados são encontrados em museus, como no Cenpaleo, na cidade de Mafra, Santa Catarina. Existem 4 espécies de Mesosaurus conhecidas. Entre elas, uma espécie brasileira, conhecida como Mesosaurus Brasiliensis.
O Mesosaurus Brasiliensis foi, como todos as outras espécies, um réptil pequeno, praticamente do tamanho de um ser humano.
Descrito e batizado por Mac Gregor, em 1908, estudando fósseis encontrados na formação Irati, do Permiano (Estado do Paraná).
Estes répteis surgiram há 290 milhões de anos atrás, no Carbonífero, extinto no Permiano. Alguns fósseis ainda indicam que podem ter tido seu auge no Triássico, há 230 milhões de anos atrás.
O Mesossauro era muito rápido por ser bastante esbelto e ter uma boa aerodinâmica. Seu rabo estreito e comprido ajudava em suas necessidades, também.

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sábado, 11 de julho de 2009

Giganotossauro



O Giganotossauro foi uma espécie de dinossauro carnívoro do fim do Cretáceo, que viveu na América do Sul, mais comúm na Patagônia.
O Giganotossauro foi o maior dinossauros carnívoros que já andaram pelo planeta. Caçava em bandos, usando 4 ou 5 parceiros para ajudar na caça, o que já era bastante para derrubar um Argentinossauro.
O primeiro espécime foi encontrado em 1993, por Rubén Carolini, na província de Neuquén, Argentina.
Media aproximadamente 17 metros de comprimento e 7 metros de altura. Pesava 4,5 toneladas.
Um grande dinossauro carnívoro que competia com ele pelo tamanho foi o Tiranossauro, que media 13 metros de comprimento e pesava algo em torno de 7 toneladas.
O Giganotossauro tinha um crânio maior do que o padrão dos Terópodes, medindo 195 centímetros de comprimento (1,95 metro).
Vivia em um ambiente rodeado de rios, muitas plantas, como araucárias e palmeiras.
Os fósseis de Giganotosaurus se encontram no museu de Carmen Funes, em Neuquén, Argentina. Más se encontram também no Museu Australiano de Sydney.


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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Fóssil de Crocodilo-Tatu, é exposto no Rio de Janeiro.



Praticamente, uma mistura de crocodilo, com um tatu, medindo até 2 metros de comprimento, e pesando até 120 quilogramas.
Viveu em São Paulo, e foi extinto há 90 milhões de anos atrás.
Estou falando de um animal que viveu no período Cretáceo, herbívoro, chamado Armadillosuchus Arrudai, exposto nesta terça-feira por Ismar de Souza Carvalho, pesquisador do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O fóssil que permitiu a descoberta da nova espécie e a reconstituição do esqueleto foi encontrado em 2005 pelo professor de ciências João Tadeu Arruda, morador de General Salgado (SP).
O Armadillosuchus viveu em um clima quente e árido, possuindo um crânio largo, focinho curto e estreito e placas ósseas distribuídas como armadura no pescoço e no dorso, é uma espécie distinta de todos os crocodilos que já viveram no planeta, segundo Carvalho.

O animal descoberto por Arruda tinha uma dieta variada - comia vegetais, moluscos e raízes de árvores. Para Carvalho, a extinção está ligada a mudanças climáticas ocorridas no período.
O artigo que relata a descoberta, também assinado por Thiago Marinho, foi publicado no Journal of South American Earth Sciences, em 2008. O trabalho teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio (Faperj) e durou quatro anos.

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Dilofossauro



O Dilofossauro, que significa ''lagarto de duas cristas'', foi um dinossauro Terópode que viveu no começo do período Jurássico, há aproximadamente 190 milhões de anos, no Sinemuriano e no Pliensbachiano, na América do Norte e na Ásia.

Os primeiros espécimes foram descritos em 1954, más foi aproximadamente uma década depois que veio a receber este nome.
Já veio a aparecer no filme Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros, erroneamente cuspindo veneno em suas presas.
Media aproximadamente 6 metros de comprimento e 2,50 metros de altura, pesando 500 kg.
Seus primeiros fósseis foram descobertos por Sam Welles, no verão de 1942, no estado do Arizona, Estados Unidos.
Logo foram enviados para Berkeley, para que o limpasse e montasse o fóssil. No começo foi confundido com um Megalosaurus Wetherilli. Más em 1964, quando se encontrou o primeiro crânio de Dilophosaurus, comprovaram que se tratava de uma espécie completamente diferente.
A espécie Dilophosaurus Sinensis, pode ou não pertencer ao gênero.
Outra espécie, chamada de Dilophosaurus Breedorum, não foi aceita como valida.

O Dilofossauro é bastante famoso pela aparição no filme Jurassic Park - O parque dos Dinossauros, e nos Best-Sellers de Michael Crichton.
O Dilofossauro também apareceu em jogos de dinossauros como o famoso Jurassic Park -Operation Gênesis.

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Wikipédia

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dikessaurosdojotadino.blogspot.com
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sábado, 4 de julho de 2009

Pteranodonte



O Pteranodonte foi um dinossauro pterossauro, que viveu no período Cretáceo, há 85 milhões de anos atrás. De uma ponta a outra de suas asas media 9 metros, e chegava a pesar 20 quilogramas. Mediu 1,60 metro de altura, era piscívoro (comia peixes).
Ele, embaixo de seu bico, tinha uma bolsa onde armazenava comida como o pelicano atual. Seus fósseis foram encontrados na Inglaterra e no Kansas, nos Estados Unidos.
É muito famoso tendo aparecido no final do filme Jurassic Park 2: O Mundo Perdido, e no filme Jurassic Park 3, tendo, erroneamente aparecido com dentes, sendo que seu nome significa ''alado sem dentes''.
Também apareceu na série de ITV Primeval, filme que também é conhecido por ''Mundo Primitivo'' ou ''Invasão Jurássica''.


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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Dinossauros Australianos



Foram descobertas 3 novas espécies de dinossauros, descobertas por paleontólogos australianos na formação Winton, região rochosa do Cretáceo, localizada no nordeste da Austrália. Uma das espécies, o carnívoro Australovenator wintonensis, foi descrita como um predador com três garras penetrantes em cada pata, maior e mais assustador que o velociraptor retratado no filme "Jurassic Park". Leve e ágil, este caçador era capaz de perseguir e alcançar facilmente sua presa em um terreno aberto, disseram os cientistas.


As outras duas espécies são herbívoras. O Witonotitan wattsi, magro e alto, semelhante a uma girafa. A segunda era o Diamantinasaurus matilda, ambas grandes e pesados Titanossauros.

Detalhes da descoberta foram publicados na revista científica de acesso aberto PLOS One por uma equipe de pesquisadores liderada pelo curador de Geociências do Museu de Queensland, Scott Hocknull, e colegas do Museu de História Natural da Austrália. Os novos dinossauros foram apelidados pelos cientistas através de referências à canção Waltzing Matilda, uma espécie de 'hino' do folclore australiano, composta no final do século 19 pelo compositor Banjo Patterson na cidade de Winton. Banjo (o Australovenator) e Matilda (o Diamantinasaurus) - “ possivelmente predador e presa - “ foram encontrados juntos em um lago de 98 milhões de anos, afirmaram os cientistas. O Witonotitan foi apelidado de Clancy. As novas espécies ficarão no Museu da Era dos Dinossauros Australiana, em Winton, que começará a ser construído nesta sexta-feira em Queensland, com expectativa de término em 2015. Segundo as autoridades australianas, a formação Winton já rendeu mais fósseis de dinossauros que o resto do país.


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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Dinossauro chinês é ancestral dos pássaros



Há 155 milhões de anos, no período Jurássico, viveu o Limussauro.
Descobriram na China restos desse dinossauro, que pode explicar o grande mistério do aparecimento de asas nos pássaros.
Este dinossauro ceratossauro herbívoro, foi descoberto na formação Shishugu, oeste da China.
De acordo com antiga teoria, os pássaros desenvolveram suas asas a partir dos membros traseiros dos pequenos terópodes. Entre eles, o Arqueoptérix, que não é um dinossauro.
No início da década de 90, quando se colocou em evidência o desenvolvimento embrionário dos pássaros, esta teoria caiu por terra.
Alguns paleontólogos haviam concluído que era impossível que as asas dos pássaros tivessem se desenvolvido a partir das mãos dos terópodes.Mas, no caso do Limussaurus Inextricabilis, o polegar é muito reduzido, enquanto que o indicador, o médio e o anular estão muito desenvolvidos.


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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Seu dinossauro preferido.



Embora o Tiranossauro pareça ser o mais famoso e maior dinossauro, vários outros dinossauros como o Espinossauro, que podem ser ''superior''.


O Espinossauro é um grande predador que, embora não tenha convivido com o T-Rex, foi um pouco maior que ele.

O Tiranossauro é, pelo menos, o mais forte? Pode ser. Tanto ele quanto o Espinossauro podem ter sido dois gigantescos e poderosos predadores que podiam caçar variados tipos de dinossauros.

O Tiranossauro Rex ganhou fama pelo seu físico, tamanho, e por ser, além de forte, um grande dinossauro. Junte poder com tamanho e você tem o mais famoso dinossauro. Más isso não quer dizer que ele seja seu preferido.

Seu dinossauro preferido, você escolhe. Qual você prefere?


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quinta-feira, 25 de junho de 2009

O Elo Perdido



Foi descoberto um crânio no Chade. África que pertence ao mais antigo hominídeo que deve revolucionar todo o conhecimento sobre nossa espécie.
O mais antigo que já se tinha conhecimento, eram 3 milhões de anos mais novo.
Sua descoberta mostra que nossos ancestrais não eram recentes como pensávamos, más sim, eram quase 3 milhões de anos mais velho do que pensávamos antes.
Ainda sim, não alcançamos a era dos dinossauros.
A descoberta mostra que a divergência evolutiva que separou a linhagem humana da dos chimpanzés aconteceu muito antes do que se supunha, e pode derrubar a crença de que haveria um único 'elo perdido' a separá-las.


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